segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Aniversário da Lulux

My dear friend Lucila, faz 14 aninhos (com cara de 12) hoje e ontem, nós duas e o Adalba fomos dar um rolê comemorativo.



Aqui a gente havia ido tomar uma casquinha, enquanto o Adalba não chegava. Aproveitamos pra falar mal dele, é claro.


Aniversariante leeenda s2


Fica esperto, Ronald, Lulux está solteira...


Não sei qual meu lance colocando o dedo nas bocas de terceiros. Imagino que se tivesse um pinto, seria ele.


Momento "tive infância, mas sofri bulling, agora me deixe ser feliz"





Bom, eu tomei 2 pingas e 2 cervejas. Isso não é nada pra mim. NADA. Quando saio com a Glê, faço isso e fico normalzona. Ela tá de prova (exceto no dia do Clube das Mulheres). 
Só não tinha entendido porque dessa vez fiquei muito louca. Muito.  
Bem, minha ficha caiu hoje de manhã: antes de sair, eu havia tomado 2 alprazolans, porque tava meio mal. Deu no que deu.


Pronto, a seguir, não lembro de mais nada pra poder comentar as fotos.



Enfiando o dedo na boca da Lucila (na falta do meu pênis).



Não lembro quem são essas pessoas.


Feliz Natal, São Paulo.


Update (22/12)

Descobri que câmeras de segurança me filmaram saíndo do metrô


domingo, 18 de dezembro de 2011

"Até que..."



Mais gente assim, pro favor. No Brasil, não adianta esperar polícia, esperar autoridades, esperar a lei, a justiça.

Como diz o Pensador: "Eu sou contra a violência mas aqui a gente peca por excesso de paciência"

Vai lá você, porra! E faz o que tem que ser feito.

sábado, 17 de dezembro de 2011

8.4 + ox 30 vol =

Yes, I did it, niggers!

Bem, se você me conhece pessoalmente, é provável que já tenha me ouvido falar há alguns meses que estava muito afim de mudar a cor do cabelo. Fazia anos, quase uma década que eu estava loira, já não aguentava mais.
Castanho em mim fica boring. Preto, eu curto, mas depois é impossível de tirar. Sobrou vermelho, que é outro cu pra mudar caso de merda e o alaranjado. Sim, meu sonhado alaranjando. Cenoura, ferrugem, água de salsicha, arroto de Fanta, chamem como quiserem.

Agora, espero que dure, né? Por que algo me diz que na primeira lavada já vai desbotar horrores... :-(






Na luz natural dá pra ver que era loiro antes


Sem flash (e maquiagem, mas eu tirei pra eu mesma ver como estava, não achei que ia por no blog, mas foda-se)


Com flash (sutiã bege, desculpe se não causo ereções)


 Ele todo... e minha olheiras


Sei que a maioria não vai curtir, mas eu gostei, so..

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

You know, you must take a look at me



You know, you must take a look at the new land
The swimming pool and the teeth of your friend
The dirt in my hand
You know, you must take a look at me

Baby, baby
I know that's the way

You know, you must try the new ice-cream flavour
Do me a favour, look at me closer
Join us and go far
And hear the new sound of my bossa nova

Baby, baby
It's been a long time

You know, it's time now to learn portuguese
It's time now to learn what i know
And what I don't know
And what I don't know
And what i don. t know

I know, with me everything is fine
It's time now to make up your mind
We live in the biggest city of south america
Of south america
Of south america

Look here read what I wrote on my shirt
Baby, baby
I love you

You do
Baby.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Achei umas fotos antigas

E pra que serve um blog senão pra compartilhar momentos elegantes de nossa vida?









Teenager rebelde que ouve Eminem



Cabelo vermelho menstruação




No bar cas amiga e com as bee



Bebassa e meu vômito (torta de palmito)



Maquiagem meio over com meu amigo Cido.



Ok, esta última é brinks...

sábado, 10 de dezembro de 2011

As vezes eu canso de ser chata, arrogante, insuportável. Penso em dar alegria para aqueles que me odeiam de me verem miserável. Trocar o ódio, por pena. Rancor, por dó. Expor meu lado frágil, desesperado. 


Eu não estou sempre com sorriso no canto da boca.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Momentos daguerreótipo

Ahhhh, que saudades da Lucilaaaaaaaaaaaa!!!
Eu vejo essas fotos e lembro de uma época que (como odeio dizer isso) eu era feliz e digamos que... não estava 100% ciente disso. Quer dizer, eu vivo reclamando, né? Nunca tô satisfeita.

Enfim... good days


Sensualizando - By Lulux 


Adalba zen e eu fazendo o que parece ser um bico - Foto espontânea by Lulux

Tate tesudo

Eu consigo enxergar os criadores da série...

"vamos criar um personagem assim e assado"
"mas que público vamos atingir com ele?"
"a nathalia"



Atingiu mesmo! No meio do coração!
*bate no peito e suspira*

As vezes o original é bom também

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

"There are many things that I... would like to say to you"

Why do we have this pathetic need of falling in love? Why do we act and even believe that’s something we can’t control it?

I don’t even think is called love. It’s just (just?) passion.


So then… we - or maybe that’s the part where it starts being “I” - start feeling clumsy and stupid.


And start projecting everything we wish and dream of in someone we don’t really know.


By the way… do  we - now is really “we”- ever KNOW someone for real?  


I like you.


I have no idea of what you feel about me.


I don’t even know if you feel any shit at all.


I guess I - yes, “I”, it’s all about me now - never will.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Marte e Vênus



Eu realmente não devo entender os homens, principalmente, os héteros. E torço pra que seja isso mesmo, porque senão, a outra explicação seria de que eu os entendo e minha compreensão me leva a acreditar que são todos uns boçais. Tipo, vamos pegar 2 coisas que são quase exclusivamente destinadas ao público masculino: cerveja¹ e pornô² (mulher bebe e toca siririca [elegância], mas por algum motivo, isso parece ser ignorado por aí)..

1) Cerveja - Comerciais idiotas, sem graça e cheios de esteriótipos. A impressão que passa, é de que todo homem é imbecil, por isso, a linguagem de marketing tem que ser também.

2) Putaria - Olha, não que eu acesse, ok? Nem eu, nem sua namorada, nem sua irmã, nem sua mãe... se bobear, nem sua vó. Ok? Ok. Mas, o que são aqueles close ups? SÉRIO! Tem cenas em que os atores são tão depilados (nada contra) e o close é tão grande, que você, caro amigo, pode tá punhetando para mãos fazendo mimica sem saber.

Bom, desabafo feito, vou confessar uma coisa... comerciais direcionados ao público feminino, tipo Activia (já cagou hoje?) e água Bonafont (menina! você não sabe, tô mijando jatos) também envergonham meu clitóres.
E esta é minha esperança, que por aí existam pênis que se sintam constrangidos com losers no bar e o close no cachorro quente (sim, elegância).

As flores de plástico

Tem horas que eu olho pra eles e penso: eu teria coragem, eu não desistiria no meio. Mas e depois, se houver algo mais? Deve ter algo mais, não é possível. O medo do desconhecido é a única razão? Porque se for, não é digna o bastante para prolongar, antes acabar tudo de uma vez.

Há horas em que me pergunto se certas possibilidades que eu não conheço são mesmo maiores do que as de eu ter algum conserto.

Voltei com a argola

Até ontem eu podia trabalhar com cabelo azul e percieng neon, agora, já não sei mais como vai ser. Mas enfim... heaven knows how miserable I'm going to be.


domingo, 4 de dezembro de 2011

Tenho algumas blasfemias na minha lista de pecados

No natal de 2003, eu desenhei um pinto em uma cartolina, colei lantejoulas, glitter e recortei. Depois pendurei na árvore de natal e filmei com "Peru Natalino" escrito na tela.
Até hoje imagino o que teria acontecido se meu pai tivesse visto. Ele era super católico e tudo pra ele tudo ou quase tudo era considerado ofensa. No ano das eleições, eu fiz um enfeite com o Obama, pra ser uma árvore temática e meu pai ficou puto.

Ninguém entende minha arte.

Mas o pior foi há uns 2 anos. Tipo, na minha casa, sempre montam o presépio e é tradição colocar o menino Jesus só no dia 25 (o dia que ele nasceu, saca?). Então a manjedoura até lá fica vazia. Bem, não se eu e meu sobrinho pudermos impedir. Nessa tal vez, nós tivemos a idéia de colocar lá um bonequinho que veio em um Kinderovo e que minha mãe tinha pavor. É tipo um demônio azul com asas iguais de gárgulas (é, veio no ovinho de chocolate que já custou 50 centavos nos anos áureos).

Mano, minha mãe realmente tinha medo daquele bichinho. E ela quase me fez engolir ele.

Teve também um ano novo que sobraram uns ovos mais antigos na hora de fazer as receitas. Minha irmã queria desperdiçar eles jogando fora. Meu, não se joga fora ovo podre, se taca. De novo, eu e meu sobrinho tivemos a brilhante idéia de atirar na calçada. Eu ficava escondida atrás de uma árvore na frente e ele atrás da garagem com os ovos. Dei o sinal para ele tacar e BEM NESSA HORA passou um carrão da ROTA, com os polícias armados nas janelas. Sabe o que é ter o cu na mão? Quase literalmente? É o que aconteceu comigo quando a porra do ovo acertou em cheio a viatura. Eu quase caguei toda com medo que me vissem ou que meu sobrinho aparecesse gritando "e aí, acertei em alguém?"


Enfim, histórias natalinas... não é à tôa que meu nome é NATHALia, amo esta época... NOT

Mais imagens do stop motion

Clodoaldo, the Legend e o palhaço Wonald


Drew Barrymore da Z/L



Wonald e Pí ca ca ca carô - ca ca ca carô

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011