segunda-feira, 28 de março de 2011
Random pictures
This is war
Ele fez o que todo fã espera que um artista faça num show: contato visual. Vinha voando, girando, louco da xana, em direção da platéia. Arregalava os olhos, aqueles olhos... e mirava no rosto histérico de cada um esmagado contra a grade. Eu era uma dessas pessoas. Eu tive minha troca de olhares. De repente, tudo ficou azul. Era ele, o menino lindo do seriado que eu via quando era criança, em My So-Called Life. Ele, o dono do rosto beirando a perfeição que fez minhas irmãs suspirarem quando o viram pela primeira vez em How to Make an American Quilt. E depois veio Urban Legend, para ele então se tornar oficialmente meu amor de adolescente. E mais tarde... Girl, Interrupted (ah, tira essa barba!), American Psycho (um dos meus preferidos), Requiem for a Dream (outro na minha lista de favoritos). Meu Deus, ele era pseudo albino de Fight Club e o gordão de Chapter 27. Naquele segundo, ele era tudo isso e mais o líder de uma das bandas que eu mais gosto, responsável pelos melhores clipes que vi nos últimos anos. The Kill e... Hurricane. Ai..
Dentro da gaveta:
About a band,
About a singer,
Movies,
Senta que lá vem história
quinta-feira, 24 de março de 2011
domingo, 20 de março de 2011
A “Pietá” de Piero Martinetti
Um dos pensadores italianos mais devotados à filosofia e, sobretudo, à causa animal, foi o professor Piero Martinetti, nascido Pier Federico Giuseppe Celestino Mario Martinetti, na província de Torino, em 1872. Foi ele que, como poucos, conseguiu compreender o alcance da expressão “piedade”, de modo a estendê-la aos animais.
Martinetti surgiu na academia com a publicação de Introduzione alla metafisica, em 1902, tornando-se na maturidade opositor do emergente regime fascista, o que lhe custou, aliás, alguns dias na prisão. Estudioso das obras de Kant e Shopenhauer, das quais foi tradutor, aprofundou-se em Spinoza, cumprindo assim uma singular trilogia filosófica.
Importa dizer que deixou à posteridade dois livros sobre o tema dos animais: La psiche degli animali (A psique dos animais) e Pietà per gli animali (Piedade para com os animais), nos quais propõe uma moral mais justa e generosa, capaz de acolher, indistintamente, todos os seres da natureza. Vegetariano, também escreveu Breviario spirituale, um belíssimo ensaio sobre a sensibilidade animal, em que afirma que os animais são seres sensíveis capazes de moralidade, de afeto e de gratidão.
Sustentava ele, já naquele tempo, que os animais sencientes – porque dotados de um sistema nervoso – possuem intelecto e consciência, sendo, portanto, suscetíveis a dores e sofrimentos. No texto de Pietá, publicado em 1920, o autor faz menção, por exemplo, à manifesta inteligência dos cães, dos cavalos e à impressionante capacidade de organização das formigas e de muitos insetos, o que nos revela sua visão da alteridade, em que os animais merecem ser respeitados pelo que simplemente são.
Ao rebater, com peculiar magnitude, as teorias que negavam alma, sentimento, sensibilidade e inteligência aos animais, Piero Martinetti dizia que “os grandes espíritos veem o mundo que o vulgar não vê, um mundo mais vasto, mais rico, mais verdadeiro.”
Nas singelas páginas de Pietà verso gli animali, as palavras ganham a força de uma revelação:
Tamanho era seu sentimento de amor e piedade pelos animais que Piero Martinetti, falecido em 1943, dispôs em testamento a doação de vultosa contribuição financeira à Sociedade Protetora dos Animais. Seu legado maior, todavia, já havia sido deixado em vida. Foi uma pérola das letras, sua singela obra-prima chamada Pietá per gli animale.
http://www.anda.jor.br/2009/08/06/a-pieta-de-piero-martinetti/
Martinetti surgiu na academia com a publicação de Introduzione alla metafisica, em 1902, tornando-se na maturidade opositor do emergente regime fascista, o que lhe custou, aliás, alguns dias na prisão. Estudioso das obras de Kant e Shopenhauer, das quais foi tradutor, aprofundou-se em Spinoza, cumprindo assim uma singular trilogia filosófica.
Importa dizer que deixou à posteridade dois livros sobre o tema dos animais: La psiche degli animali (A psique dos animais) e Pietà per gli animali (Piedade para com os animais), nos quais propõe uma moral mais justa e generosa, capaz de acolher, indistintamente, todos os seres da natureza. Vegetariano, também escreveu Breviario spirituale, um belíssimo ensaio sobre a sensibilidade animal, em que afirma que os animais são seres sensíveis capazes de moralidade, de afeto e de gratidão.
Sustentava ele, já naquele tempo, que os animais sencientes – porque dotados de um sistema nervoso – possuem intelecto e consciência, sendo, portanto, suscetíveis a dores e sofrimentos. No texto de Pietá, publicado em 1920, o autor faz menção, por exemplo, à manifesta inteligência dos cães, dos cavalos e à impressionante capacidade de organização das formigas e de muitos insetos, o que nos revela sua visão da alteridade, em que os animais merecem ser respeitados pelo que simplemente são.
Ao rebater, com peculiar magnitude, as teorias que negavam alma, sentimento, sensibilidade e inteligência aos animais, Piero Martinetti dizia que “os grandes espíritos veem o mundo que o vulgar não vê, um mundo mais vasto, mais rico, mais verdadeiro.”
Nas singelas páginas de Pietà verso gli animali, as palavras ganham a força de uma revelação:
“O animal é dotado tanto de intelecto quanto de consciência e, por isso, o seu sofrimento deve suscitar no homem uma profunda piedade. Não somente a conduta dos animais, mas seus próprios comportamentos, gestos e fisionomia revelam neles a existência de uma vida interior: uma vida talvez diversa e distante da nossa, mas dotada de consciência, de modo que não pode ser reduzida a um simples mecanismo fisiológico.”Para exprimir a grandiosidade desse autor italiano, merecem transcrição os excelentes comentários de Alessandro di Chiara, autor do prefácio de Pietà:
“Para Martinetti, a dor dos animais assim como o sofrimento dos inocentes testemunha o mistério da existência e ao mesmo tempo revela o aspecto trágico da realidade, na qual o problema do mal, do ‘misteryum iniquitatis’, confirma a maldade e a aparência do mundo fenomênico. Diante dessas insuperáveis dificuldades que assinalam a vida, Martinetti propõe uma moral superior, na qual a justiça e a caridade orientem o homem além de uma Ética baseada em um fundamento religioso. Por esse motivo, a piedade representa, para ele, o verdadeiro símbolo da união que deve ocorrer entre o homem, a natureza e os animais, porque somente por meio da união de todos os espíritos individuais poderemos alcançar o realizar a virtude moral; trata-se de iludir a forma empírica da experiência temporal para procurar uma dimensão do eterno à qual possam aspirar todos os seres viventes.”Segundo bem definiu o filósofo Norberto Bobbio, o saber de Martinetti se expressa em três direções: 1) no desprezo pelo clamor mundano; 2) na comunhão religiosa com o todo universal; e 3) no silencioso exercício da meditação interior.
Tamanho era seu sentimento de amor e piedade pelos animais que Piero Martinetti, falecido em 1943, dispôs em testamento a doação de vultosa contribuição financeira à Sociedade Protetora dos Animais. Seu legado maior, todavia, já havia sido deixado em vida. Foi uma pérola das letras, sua singela obra-prima chamada Pietá per gli animale.
http://www.anda.jor.br/2009/08/06/a-pieta-de-piero-martinetti/
Dentro da gaveta:
Internet,
Quanto mais eu conheço os humanos...
Alexander... o gostosão
Minha professora de História da Arte citou alguns filmes que podem valer como atividade complementar...
Esse é um deles
Eu não tenho problema algum em fazer minhas resenhas babacas aqui no blog. A desse filme seria algo mais ou menos assim:
Nossa, que delícia hein? Colin Farrell e Jared Leto juntos, alguém me traz uma calcinha nova! Huhuhu!
Só assim também para aguentar quase 3 horas de filme! Sem falar que só notei que o Philip era o Val Kilmer quando vi nos créditos. Tá vendo a diferença que um olho não faz?
Agora, me diz, qual seria a avaliação de uma professora para as palavras acima? Considerando que ela provavelmente não use crack.
Esse é um deles
Eu não tenho problema algum em fazer minhas resenhas babacas aqui no blog. A desse filme seria algo mais ou menos assim:
Nossa, que delícia hein? Colin Farrell e Jared Leto juntos, alguém me traz uma calcinha nova! Huhuhu!
Só assim também para aguentar quase 3 horas de filme! Sem falar que só notei que o Philip era o Val Kilmer quando vi nos créditos. Tá vendo a diferença que um olho não faz?
Agora, me diz, qual seria a avaliação de uma professora para as palavras acima? Considerando que ela provavelmente não use crack.
sexta-feira, 18 de março de 2011
Entendam...
Não é timidez, nem arrogância. É esquisitice. É falta de habilidade no convivio social.
E até rola um desinteresse mesmo, mas não é nada pessoal.
Será que o Sheldon Cooper me entenderia?
E até rola um desinteresse mesmo, mas não é nada pessoal.
Será que o Sheldon Cooper me entenderia?
quarta-feira, 9 de março de 2011
Fui usar aquele Crap Cleaner ...
...E provavelmente configurei pra apagar mais do que devia. Quando liguei o computador novamente, algumas pastas e programas que estavam no meu desktop sumiram... de vez. Os programas foram desinstalados e as pastas com mais de 300 imagens, só vão aparecer de novo na minha memória. Pesquisei e nem sei se há como recuperar, provavelmente não. Depois que cliquei em localizar, joguei o nome de alguns arquivos e não foram encontrados, desisti.
É foda.
Bem, mas o lance é que depois dessa merda, eu fui fuçar em outras pastas de imagens para ver o que me restava e encontrei essa daqui...
É do meio do ano passado.
Impressionante como uma foto pode te levar de volta no tempo. Igual a cheiro. Têm perfumes que com uma "fungada" (classe), eu me recordo de toda uma época.
Na fase da foto, eu não estava muito feliz. Foi uma época de mudanças e algumas coisas que aconteceram me chatearam bastante. Tinha alguém do meu lado. Triste também. Acho que já sentia o que estava por vir.
E foi também quando comecei a ler muito sobre o JD e fiquei bem deprê... hehehehe (a risadinha é de certo constrangimento).
Weird feelings...
segunda-feira, 7 de março de 2011
"Senhora, não posso te vender cerveja pois não sei sua barriga é de gravidez ou banha"
Fui trabalhar em um evento de carnaval como atendente de bar. Eu detesto esse lance de relacionamento direto com o público. Primeiro, porque eu sempre acho que o tal "público" de forma geral é babaca. Eu seria a pior tlmkt do mundo. Agora, imagina esse público bêbado. DESGRAÇA!
As mulheres são de longe as piores! Maior fubangona cara de bosta, enche a cara e se sente a gostosa. Ainda que o álcool (duas latinhas de merda) eleva tanto a confiança da criatura, que passa a tratar todo mundo mal. Como me disse um carinha que me viu lidando com uma peça dessas "você vai pro céu depois desta noite".
Os homens são meio que ridiculos por natureza. Não dançam tentando ser sexy como a mulherada, daçam de forma patética e engraçada. Não tratam ninguém mal... bom, pelo menos eu não trataram. Na real, tive até que tirar fotos com eles... UHAUAHAU (pois é!). Um me deu uma coroa que roubou (de tão bebado) de alguém que estava desfilando. Imagina esses caras, depois da ressaca, em algum momento do dia, vão ver as fotos do celular e "quem é essa mina?". Imagina se a namorada deles ver? Hahahahaha! Com a raiva que eu tô do meu próprio sexo, não tô nem aí.
Foda-se mesmo. Nunca me comportei, agi, pensei como a maioria das mulheres. Por isso nunca fui feminista. Nem machista. Quer saber, pra mim ser humano, independente de xóta ou rôla, é um lixo e carnaval é coisa de demente!!!
E fica aqui bem grande o que eu gritei mentalmente para muitas pessoas que atendi ontem:
Ah, sim. Tudo isso, porque eu quero levantar uma grana para ajudar na hospedagem da Rihanna e o Akon http://www.vakinha.com.br/Vaquinha.aspx?e=31900 cães que resgatei.
É foda, têm tanto animal abandonado que eu queria resgatar. Mas não tô dando conta nem desses dois. É terrível esse sentimento de impotência.
E eu tento gente. Não é como se eu só reclamasse. Mas nada é fácil...
As mulheres são de longe as piores! Maior fubangona cara de bosta, enche a cara e se sente a gostosa. Ainda que o álcool (duas latinhas de merda) eleva tanto a confiança da criatura, que passa a tratar todo mundo mal. Como me disse um carinha que me viu lidando com uma peça dessas "você vai pro céu depois desta noite".
Os homens são meio que ridiculos por natureza. Não dançam tentando ser sexy como a mulherada, daçam de forma patética e engraçada. Não tratam ninguém mal... bom, pelo menos eu não trataram. Na real, tive até que tirar fotos com eles... UHAUAHAU (pois é!). Um me deu uma coroa que roubou (de tão bebado) de alguém que estava desfilando. Imagina esses caras, depois da ressaca, em algum momento do dia, vão ver as fotos do celular e "quem é essa mina?". Imagina se a namorada deles ver? Hahahahaha! Com a raiva que eu tô do meu próprio sexo, não tô nem aí.
Foda-se mesmo. Nunca me comportei, agi, pensei como a maioria das mulheres. Por isso nunca fui feminista. Nem machista. Quer saber, pra mim ser humano, independente de xóta ou rôla, é um lixo e carnaval é coisa de demente!!!
E fica aqui bem grande o que eu gritei mentalmente para muitas pessoas que atendi ontem:
M O R R E D I A B O!
Ah, sim. Tudo isso, porque eu quero levantar uma grana para ajudar na hospedagem da Rihanna e o Akon http://www.vakinha.com.br/Vaquinha.aspx?e=31900 cães que resgatei.
É foda, têm tanto animal abandonado que eu queria resgatar. Mas não tô dando conta nem desses dois. É terrível esse sentimento de impotência.
E eu tento gente. Não é como se eu só reclamasse. Mas nada é fácil...
domingo, 6 de março de 2011
Bill Gates is a funny dude
Eu já tinha visto os comerciais com o Seinfeld, mas esse clipe a abaixo não... hah!
Curto muito o filme Napoleon Dynamite! Inclusive o curta que originou ele.
Ok, o Bill Gates provavelmente não é nada engraçado. Pode até ser que seja o cara mais sem graça do mundo, mas continua um dos mais ricos e consequentemente, possui as melhores equipes/estratégias de marketing. Ainda assim, gosto dele.
Já assisti documentários sobre ele e se não fosse o Amazon atrasar de novo minhas entregas de livros usados que comprei, eu já teria encomendado alguma das biografias dele que encontrei por lá. Provavelmente a mais barata, de 2 cents. Sou tão pobre, quanto Bill é rico. Beijos.
Também AMO esta propagada da Apple, "Think Different". O texto é brilhante.
Curto muito o filme Napoleon Dynamite! Inclusive o curta que originou ele.
Ok, o Bill Gates provavelmente não é nada engraçado. Pode até ser que seja o cara mais sem graça do mundo, mas continua um dos mais ricos e consequentemente, possui as melhores equipes/estratégias de marketing. Ainda assim, gosto dele.
Já assisti documentários sobre ele e se não fosse o Amazon atrasar de novo minhas entregas de livros usados que comprei, eu já teria encomendado alguma das biografias dele que encontrei por lá. Provavelmente a mais barata, de 2 cents. Sou tão pobre, quanto Bill é rico. Beijos.
Também AMO esta propagada da Apple, "Think Different". O texto é brilhante.
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Sabe a expressão...
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Pirates
Não aguento mais ter que assistir este filme em salas de aula!
Na primeira vez que assisti (ano passado), adorei. Não entendi metade, mas adorei. Aí minhas amigas do curso que já haviam assistido antes me explicaram certas partes e eu voltei a assistir em casa para entender melhor. Acho que ninguém (a não ser que já conheça a história) entende esse filme todo na primeira vez que assiste. Sexta passada, tivemos que assistir (eu, pela 5ª vez) na aula de PSI e um carinha da minha sala falou que só nos 5 últimos minutos do filme que ele percebeu que o personagem com cara de nerd era o... Bill Gates. UAHUAHUA. Me lembrou aquela cena do Social Network...
Bob: "You know, I could swear he was looking at you when he said the next Bill Gates could be right in this room."
Mark Zuckerberg: "I doubt it."
Bob: "I showed up late. I don't even know who he was."
Mark Zuckerberg: "It was Bill Gates."
Bob: "Oh shit that makes sense."
Por sorte eu acho os atores que interpretam Bill e Steve gatchenhos. E a trilha sonora também é muito boa.
Na primeira vez que assisti (ano passado), adorei. Não entendi metade, mas adorei. Aí minhas amigas do curso que já haviam assistido antes me explicaram certas partes e eu voltei a assistir em casa para entender melhor. Acho que ninguém (a não ser que já conheça a história) entende esse filme todo na primeira vez que assiste. Sexta passada, tivemos que assistir (eu, pela 5ª vez) na aula de PSI e um carinha da minha sala falou que só nos 5 últimos minutos do filme que ele percebeu que o personagem com cara de nerd era o... Bill Gates. UAHUAHUA. Me lembrou aquela cena do Social Network...
Bob: "You know, I could swear he was looking at you when he said the next Bill Gates could be right in this room."
Mark Zuckerberg: "I doubt it."
Bob: "I showed up late. I don't even know who he was."
Mark Zuckerberg: "It was Bill Gates."
Bob: "Oh shit that makes sense."
Por sorte eu acho os atores que interpretam Bill e Steve gatchenhos. E a trilha sonora também é muito boa.
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Theodore Robert Cowell
Bom, me dei conta de que postei as fotos do livro, fiz alguns comentários, mas não vim aqui pra contar o que achei depois que terminei de ler. Vamos lá, The Stranger Beside Me é possivelmente uma leitura obrigatória pra quem se interessa por serial killers. Não é simplesmente a visão de alguém que fez entrevistas e inúmeras pesquisas para montar uma biografia. É um livro escrito por uma amiga e confidente do próprio Bundy. Já mencionei sobre a Ann Rule aqui. Acho ela muito legal, inteligente e ótima escritora.
Algo que eu arriscaria dizer ser nem assim tão incomum aconteceu na infância de Ted Bundy. Sua mãe engravidou dele muito jovem, o pai não assumiu o filho e ela então, fez o que achou melhor naquela época, naquela situação: fingiu ser irmã, enquanto os avós, fizeram papel de pais. Há quem diga que o Ted sempre desconfiou disso, antes que descobrisse de fato, já adulto. Lendo sobre os comentários que o Ted fazia sobre o assunto, fiquei com a impressão de que devido a isso, ele se sentia... rejeitado. Sentia que vivia uma mentira. Sentia curiosidade em relação a quem seria o seu pai. E confuso, bastante. I'd know.
Outro ponto importante na vida dele e talvez o mais usado quando buscam possíveis justificativas para o "mito" que ele se tornou, foi o namoro dele com uma moça na faculdade. Ele idealizou nela a garota perfeita e a enxergava como alguém de outro mundo, um mundo que ele queria muito fazer parte. A moça vinha de uma família rica, de outro lifestyle. Estando com ela, de certa forma, ele fazia parte disso. Até que um pé na bunda mudou tudo. E como. Depois de ser largado por ela, Ted passou a matar e matava universitárias com a mesma aparência de sua ex-namorada. E assim foi, por anos.
Ele viveu uma vida dupla, como todo clássico sociopata. Teve um relacionamento de anos com outra mulher. Estudou psicologia, direito. Se envolveu com política (assim como John Wayne Gacy). Mas sentia uma compulsão para matar.
Por quê? Seria por uma revolta de infância? Por se sentir ilegítimo?
Ou seria exclusivamente relacionado a um ressentimento profundo em relação ao pé na bunda que levou?
Who knows?
Depois que ela o deixou, ele conseguiu reconquistá-la, se mostrando alguém que amadureceu e melhorou de vida, só para depois... a dispensar do nada. Vingativo ele era.
Será que esta vingança não foi o bastante?
Depois de preso, ele lutou até o ultimo minuto. Foi seu próprio advogado algumas vezes. Negou os crimes e nos últimos dias, confessou o que fez. Mas deixou muita coisa no ar, sem explicação, como tentativa de prolongar sua pena de morte (cadeira elétrica), adiando confissões. Mas não deu certo.
Ele nem quis última refeição.
Gosh. Sou péssima pra escrever sobre livros. Minhas resenhas são coisa total de amador. Ainda bem que desisti de jornalismo.
Algo que eu arriscaria dizer ser nem assim tão incomum aconteceu na infância de Ted Bundy. Sua mãe engravidou dele muito jovem, o pai não assumiu o filho e ela então, fez o que achou melhor naquela época, naquela situação: fingiu ser irmã, enquanto os avós, fizeram papel de pais. Há quem diga que o Ted sempre desconfiou disso, antes que descobrisse de fato, já adulto. Lendo sobre os comentários que o Ted fazia sobre o assunto, fiquei com a impressão de que devido a isso, ele se sentia... rejeitado. Sentia que vivia uma mentira. Sentia curiosidade em relação a quem seria o seu pai. E confuso, bastante. I'd know.
Outro ponto importante na vida dele e talvez o mais usado quando buscam possíveis justificativas para o "mito" que ele se tornou, foi o namoro dele com uma moça na faculdade. Ele idealizou nela a garota perfeita e a enxergava como alguém de outro mundo, um mundo que ele queria muito fazer parte. A moça vinha de uma família rica, de outro lifestyle. Estando com ela, de certa forma, ele fazia parte disso. Até que um pé na bunda mudou tudo. E como. Depois de ser largado por ela, Ted passou a matar e matava universitárias com a mesma aparência de sua ex-namorada. E assim foi, por anos.
Ele viveu uma vida dupla, como todo clássico sociopata. Teve um relacionamento de anos com outra mulher. Estudou psicologia, direito. Se envolveu com política (assim como John Wayne Gacy). Mas sentia uma compulsão para matar.
Por quê? Seria por uma revolta de infância? Por se sentir ilegítimo?
Ou seria exclusivamente relacionado a um ressentimento profundo em relação ao pé na bunda que levou?
Who knows?
Depois que ela o deixou, ele conseguiu reconquistá-la, se mostrando alguém que amadureceu e melhorou de vida, só para depois... a dispensar do nada. Vingativo ele era.
Será que esta vingança não foi o bastante?
Depois de preso, ele lutou até o ultimo minuto. Foi seu próprio advogado algumas vezes. Negou os crimes e nos últimos dias, confessou o que fez. Mas deixou muita coisa no ar, sem explicação, como tentativa de prolongar sua pena de morte (cadeira elétrica), adiando confissões. Mas não deu certo.
Ele nem quis última refeição.
Aquele assim, meio de lado, já saindo, louco por você.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Essa fase, porra!
Odiei cada minuto dessa fase, pra hoje olhar pra trás e achar que foi foda.
Foram os 3 meses que eu mais me isolei de todo mundo.
Sabe qual o problema de ficar calada 24/7? É que as vozes na sua cabeça não calam a boca!
Isolamento, livros, isolamento, fantasias, livros.
Livros vocês sabem sobre que assunto, né?
Não foi quando tudo começou, mas foi quando ficou mais forte.
Meu próprio mundo.
Eu quase surtei mesmo. Até deu merda no final. Disso eu não tenho saudade. Mas havia algo legal no isolamento.
Havia algo legal em sentir que não fazia parte de nada… por opção.
Like that special boy once said... There is no pain greater than that of getting in touch with the void of existence.
Dentro da gaveta:
Kodak Moments,
Sem grana para terapia
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Ao telefone...
"Quem é Otto Bauer?"
"Não sei, quem?"
"Não sei, tô perguntando por isso. Joga aí no google..."
"Veio um monte de resultado em inglês, não entendo nada!"
"Tem alguém na sua sala?"
"Não..."
"Hummm, ó, já sei, joga no google images e vê se reconhece!"
"Tá, mas nunca ouvi este nome..."
"Heh..."
"FILHA DA PUTA!"
"Que foi!?"
"Você sabe muito bem o que foi!"
"Hahahaha!"
"Não acredito que você me fez ver rôla as 10 da manhã!"
"Ele é lindo, né?"
"Me recuso a falar disso, tchau pra você e pra esses... atores... pornôs... cheios de..... aids!"
"Ele não faz pornô gay, que eu saiba."
"Você é do tipo que acha que só gay pega aids?"
"Tem muito mais chances, sexualmente falando."
"Olha, eu realmente espero que ninguém rastrei o computador ou ouça as coversas telefônicas aqui na minha empresa. Tchau!!!"
"Hoje eu fui no caixa eletrônico e apareceu na tela para eu digitar a posição 69 da tabela de segurança.......... alô?"
"Não sei, quem?"
"Não sei, tô perguntando por isso. Joga aí no google..."
"Veio um monte de resultado em inglês, não entendo nada!"
"Tem alguém na sua sala?"
"Não..."
"Hummm, ó, já sei, joga no google images e vê se reconhece!"
"Tá, mas nunca ouvi este nome..."
"Heh..."
"FILHA DA PUTA!"
"Que foi!?"
"Você sabe muito bem o que foi!"
"Hahahaha!"
"Não acredito que você me fez ver rôla as 10 da manhã!"
"Ele é lindo, né?"
"Me recuso a falar disso, tchau pra você e pra esses... atores... pornôs... cheios de..... aids!"
"Ele não faz pornô gay, que eu saiba."
"Você é do tipo que acha que só gay pega aids?"
"Tem muito mais chances, sexualmente falando."
"Olha, eu realmente espero que ninguém rastrei o computador ou ouça as coversas telefônicas aqui na minha empresa. Tchau!!!"
"Hoje eu fui no caixa eletrônico e apareceu na tela para eu digitar a posição 69 da tabela de segurança.......... alô?"
Tenso.
Ok, tentando resumir ao máximo:
Não era gata, afinal! Era gato, Ariel!
No dia seguinte que o socorremos, ele já havia se recuperado bem. Nas palavras do veterinário "parece até que ele ressuscitou". Ficou internado até terça passada e veio de tarde para o apê da minha irmã. O gato é muiiiiiiiito fofo!
Nesse meio tempo, depois de vários rolos, descobrimos o que aconteceu, antes mesmo do próprio dono do gato...! Ele estava viajando e a sindica entrou no apartamento dele sem autorização e acabou deixando o Ariel escapar. Eu a chamaria de vaca, mas vemos por este post como animais, ainda que irracionais, são seres muito melhores que humanos.
No final, o dono do Ariel nos reembolsou (minha irmã é amiga do vet, por isso conseguiu um valor bacana por todo atendimento [bem bacana!]).
Ariel agora esta de volta com a Doris, a parceira dele, outro siamês, que graças a Deus não fugiu no dia também. O Ringo vai sentir saudades...
Tudo terminou bem.
Logo posto umas fotos do gato com nome de anjo, que deve ter gastado umas 4 de suas 7 vidas.
Aqui estão duas fotos que tirei dele. Eu improvisei uma casinha, porque ele estava meio assustado e os outros gatos ficavam indo em cima dele. O Ringo, queria mesmo é fazer amizade, uma putinha, até dormiu do lado da caixa, que depois deixei aberta (quando o Ariel ficou mais relax).
Os vídeos, só em um futuro UPDATE, que se não estiver aparecendo logo abaixo, quer dizer que ainda estou com preguiça de colocar. Beijos.
No dia seguinte que o socorremos, ele já havia se recuperado bem. Nas palavras do veterinário "parece até que ele ressuscitou". Ficou internado até terça passada e veio de tarde para o apê da minha irmã. O gato é muiiiiiiiito fofo!
Nesse meio tempo, depois de vários rolos, descobrimos o que aconteceu, antes mesmo do próprio dono do gato...! Ele estava viajando e a sindica entrou no apartamento dele sem autorização e acabou deixando o Ariel escapar. Eu a chamaria de vaca, mas vemos por este post como animais, ainda que irracionais, são seres muito melhores que humanos.
No final, o dono do Ariel nos reembolsou (minha irmã é amiga do vet, por isso conseguiu um valor bacana por todo atendimento [bem bacana!]).
Ariel agora esta de volta com a Doris, a parceira dele, outro siamês, que graças a Deus não fugiu no dia também. O Ringo vai sentir saudades...
Tudo terminou bem.
Logo posto umas fotos do gato com nome de anjo, que deve ter gastado umas 4 de suas 7 vidas.
UPDATE (06/03/11)
Aqui estão duas fotos que tirei dele. Eu improvisei uma casinha, porque ele estava meio assustado e os outros gatos ficavam indo em cima dele. O Ringo, queria mesmo é fazer amizade, uma putinha, até dormiu do lado da caixa, que depois deixei aberta (quando o Ariel ficou mais relax).
Os vídeos, só em um futuro UPDATE, que se não estiver aparecendo logo abaixo, quer dizer que ainda estou com preguiça de colocar. Beijos.
Dentro da gaveta:
Quanto mais eu conheço os humanos...
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Eu tenho certeza que há uma explicação lógica pra tudo isso que vou contar.
Ou simplesmente não
Este ano começou (e foi desde o dia 1 mesmo) com coincidências bizarras. Pensei até que era uma coincidência tantas coincidências.
As últimas porém, foram um tanto assustadoras. Esta semana, sonhei que havia encontrado um gato sem um olho. Nisso eu pegava ele no colo para socorrer e uma mulher vinha com uma faca tentar arrancar o outro olho. Eu tentava impedir, mas ela conseguiu, depois esfaquear minha mão, deixar ele sem os dois olhos. No final deste pesadelo, eu levava, chorando, o gato à um veterinário. O sonho ficou na minha cabeça e foi a primeira coisa que mencionei com a minha irmã na manhã seguinte. Peguei até o Ringo no colo enquanto contava. Nesse mesmo dia, a tarde, vi por retweet, que a ANDA estava divulgando o caso de um gato no RS, que havia tido os olhos arrancados e estava com pontos no lugar deles, se recuperando e para adoção. Por incrível que pareça, na hora, não lembrei do meu sonho, só mais a tarde me veio tudo a cabeça e eu fiz a ligação. “Que coincidência horrível…”.
Hoje pela manhã, eu passei um belo sufoco. Um cão, lindo, branco, lembrava até o Justin, mas era vira-lata, entrou na estação do metrô, driblou os funcionários e desceu para a plataforma. Eu, fui atrás é claro, quando cheguei perto dele, o metrô estava parado, todos olhavam pra ele que abanava o rabo feliz. Um cara, bem corajoso eu diria, segurou ele com cuidado pela pele da parte de trás do pescoço, até um funcionário vir com o enforcador para retirar ele de lá. O cão era manso, fofo e tinha uma expressão de assustado quando foi colocado a coleira para arrasta-lo pra fora. Foi de partir o coração. Queria tanto poder adotá-lo.
Desci do metrô deprimida e irritada. Fui caminhando até o trabalho quando reparei em algo no meu braço, foi como um flash, eu vi sangue no meu braço. Olhei melhor e claro, não tinha mancha de nada. Desencanei. Depois de menos de uma hora no trabalho, minha irmã me liga “Nathalia, desce, rápido”. Não perguntei o que era. Eu sabia o que era. Algum animal machucado, alguma coisa do tipo, só podia ser...
Desci pelas escadas e ao chegar na rua, vi pessoas em um circulo, incluindo minha irmã. Eles cercavam um gato siamês, enorme, que havia sido atropelado. Ninguém queria pegar ele, que mal se movimentava, minha irmã tinha medo de machucar ele ainda mais, eu agi com certo impulso, mas lembrei de umas aulas de primeiros socorros que tive, pensei “será que isso vale para um animal?”, e peguei ele nos braços, com jeito, para que o pescoço não ficasse pendurado e que não entortasse a coluna. Fomos até o veterinário mais próximo e enquanto ele examinava o gato, minha irmã me avisou “nossa, Nathalia... olha o seu braço!” quando olhei, parecia um deja vu. Foi um sentimento assustador. Era a mesma mancha de sangue que havia visto no flash.
O gato, que na verdade, é uma gata, com certeza tem dono. Bem cuidada, grande, gordinha, linda. Está internada em observação, pois sofreu um traumatismo entre outras coisas. Ela ficará assim até terça, quando vão dizer o que pode ser feito.
Dentro da gaveta:
Quanto mais eu conheço os humanos...
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