quinta-feira, 22 de julho de 2010

OLD SHIT

Faz um tempinho tô tentando reunir as coisas que escrevi aqui e ali pela internet num blog só. Tá uma bagunça, mas melhor que isso não fica. Até porque, estamos falando de textos que escrevi mesmo na adolescência, então "melhor" não é exatamente a palavra que mais se encaixa na definição...


Tá aqui: http://natvicious.blogspot.com ... Pra quem não tiver nada "melhor" pra fazer.

M.E.D.O.

MEDO de mim mesma. Vou tentar ser rápida pois é mais de 1 da manhã e acordei cedo hoje, mesmo tendo ido dormir as 4 da manhã, depois de passar a noite no MSN com um gringo louco, careca, exibicionista que lembrava o AMi JAmes e gostava de mostrar sua careca de baixo na webcam. Ok, mentira. Ok, não é. Ok, vamos ao post. Mano, juro que esqueci! Ah tá lembrei!
Quando eu tinha 14 anos, minha amiga Clau vinha aqui em casa direto, depois da escola, pra a gente gravar filmes de terror caseiros na minha filmadora JVC (já ultrapassada pra época, mas que vivia grudada na minha cabeça registrando tudo). Um belo dia ela estava indo embora, quando escorregou na rampa da saída da minha casa (havia chovido aquele dia) e caiu de bunda naquele estilão tio cachaceiro, sabe? Pernas pro alto, cu no asfalto (eu devia ser rapper, fala sério). Como foi uma queda boba (pelo menos pra mim que na época assistia Jackass e não me chocava com nada) eu comecei a dar risada dela ao invés de ajudar ela a se levantar. Nisso, o Jean me olhou com um desprezo, como se ele fosse um padre e eu uma puta e disse "você ri?". Nessa hora eu me senti mal! Se até o Jean tava me achando sem noção, eu devia mesmo ter sido Joselita aquela hora. Isso veio me assombrar anos depois.

Pula pra 2009, início do ano. Eu sonhei com esta mesma cena, mas no meu sonho, digo, pesadelo, a Clau depois de cair, batia a cabeça e morria. Eu, por algum motivo, achei que ninguém acreditaria que se tratava de um acidente e pensei que o melhor a fazer, era sumir com o corpo para não ser acusada de assassinato e então, cortei ela em pedaços e enterrei no quintal. Foi quando acordei, mas acordei... mais ou menos. Era uma angustia enorme e eu não havia me tocado que era tudo um sonho... levantei desesperada e pensando "como eu simplesmente enterrei ela lá? TENHO QUE CIMENTAR AQUELA PORRA!" E fui calçando os chinelos pra ir comprar cimento. Só Deus sabe o ALÍVIO absurdo que foi me dar conta segundos depois de que nada daquilo havia mesmo acontecido. Até entrei no orkut só pra checar se ela tava viva mesmo, de tão real que foi a parada.

Aí tá... muda de cena pra semana passada, eu e minha irmã C. assistindo jornal, quando mencionam como teria sido o assassinato da Eliza, amante do goleiro Bruno e divulgam os relatos de que o corpo teria sido parte dado a rottweilers e parte... cimentado. Minha irmã diz, olhando pra TV... "que gente doente..." e eu "errr... é."

Outra cena agora, a de um post que fiz num blog antigo, quando tinha 18 anos (na época da outra Copa). Obs.: Tirei o nome da pessoa, porque não falo mais com ela, aí vai que na cagada-Murphy ela morre e eu fico como suspeita...? (toc toc toc na madeira)


"não se assustem, é um texto de humor negro... bem negro, quase azul.

Malandra que sou (e boçal também), tenho um perfil fake no orkut... com a foto de um cara sarado, provável ator de filme pornô gay (são sempre os mais gostosos [me refiro aos atores, não aos filmes] {nada contra os gays}), o qual eu dei o nome de Ricardo VintCentimet... através dele eu marco encontros com garotinhas taradas, procurando desesperadamente por sexo... como essa daí na foto comigo. O nome dela é ****... cheguei no lugar marcado e disse "olha, sou irmã do Rick, ele não pode vir, mas ficou preocupado que você pudesse achar que ele te deu bolo e me mandou avisar pessoalmente), nesse meio tempo disse umas bobagens engraçadinhas e tirei essa foto com ela, depois... ofereci uma carona! Aí é que o negócio ficou interessante, parei próxima à um terreno baldio... e fiquei olhando a cara dela de desconfiada, nisso tirei minha faca do porta-luvas e a mandei sair do carro... Deis uns golpes na canela dela já dentro do terreno, assim ela não poderia fugir para muito longe e enfiei minha sombrinha que estava no carro na boca dela, para que ela não gritasse... minutos depois ela já tinha perdido muito sangue e eu passei a dessossa-la... a cortei em vários pedaços e larguei lá!
Quando voltava para o carro vi uns cachorros de rua entrando no terreno, tenho certeza que eles tiveram uma boa refeição... e até hoje nunca ouvi nada sobre o assunto, nem no jornal... Por isso que eu amo o Brasil!"


Escrito por Nazuza Zidane às 10:54 PM
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AÍ EU VOLTO A DIZER: MEDO, MUITO MEDO DE MIM! (o Macarrão ainda é ex-policial, ? nem vou dizer onde cogitei entrar este ano)

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Diálogo hoje no trabalho:

- Nossa, Nathalia, mas você é tão delicada....

- Muito.

- É de uma sutileza...

- Muita.

- MAS É CADA MERDA QUE VOCÊ FALA! Tantas pérolas que vou fazer um colar!

- É porque você nunca entrou no meu blog, lá o nível é pior.

- Só psicopata deve acessar isso!


Beijos.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Here's the thing that makes life so interesting:

The Theory of Evolution claims that "only the strong shall survive". Maybe so, maybe so. But the Theory of Competition says "just because they're the strong doesn't mean they can't get their asses kicked". That's right. See, what every long shot come from behind underdog will tell you is this: The other guy may in fact be the favorite, the odds may be turned against you. Fair enough... But what the odds don't know is this isn't a math test. This is a completely different kind of test. One where passion has a funny way of trumping logic. So before you step up to the starting line, before the whistle blows and the clock starts ticking, just remember: out here, the results don't always add up. No matter what the stats may say and the experts may think and the commentators may have predicted, when the race is on, all bets are off. Don't be surprised if someone decides to flip the script and take a pass on yelling "Uncle". And then suddenly, as the old saying goes, "We got ourselves a game"

Herpes... se você não tem, é porque ainda vai ter.

Já é costume eu vir aqui no blog contar sobre minha herpes labial (aliás - Thank You Jesus - é o único lugar em que eu tenho, amém).

Compartilho essas coisas, pois quem manda eu ter intimidade com... com... alguém ainda acessa aqui?

Bom, esses dias ela voltou. É só eu ficar tensa ou com 37,5 de febre que ela vem dar um "oi".
No caso, o que me afetou esses dias foi o stress.

Aí uma história bonitinha, já que eu curto causar nojo nas pessoas...
Ontem a noite eu tava comendo um sanduíche enquanto assistia o CQC e minha herpes que já estava secando, rasgou e sujou todo meu lanche de sangue.

E o que eu fiz crianças? O mesmo que Edward Cullen faria na Bella menstruada, cai de boca e comi tudo.

Beijos fãs de Crepusculo!



E outro pra Jennifer Aniston.

Se beber, não case (vá ao Clube das Mulheres)



Tem imagens das duas vezes que a gente foi...

Focca, não importa o que o Obama disse pro Mula, YOU are the man. Mas no seu lugar, eu liberava os rapazes pra mostrar a piróca. Que nem naqueles vídeos em sites de putaria que a mulherada vai nos strip clubs e saem fazendo sucky sucky nos dançarinos. Aí sim hein!

Aliás, têm muito striper aí no clube que já tão véio, mas aposto que a comida é boa.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Egotrip

Não sei o que é pior quando tiro minhas conclusões precipitadas
Estar certa ou estar errada
Pois pelo menos quando me engano, se torna algo discutível
Mas como sempre suponho e acerto
Acho todo mundo (bocejo) previsível

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Eu ta-ta-va muito doida, muito doida eu tava insana...

Eu ta-ta-va muito louca, eu tava louca da minha ****



Primeiro, pinga e vodka pra"lubrificar os pensamentos". Depois, McDonald's, que eu comprei de feliz, mas nem comi... ou comi? Só me lembro de jogar uma batata num quadro que todas nós concordamos que era feio. E então, o gran finale... bom, melhor não dizer, vou ver se alguma foto é publicável e coloco a imagem aqui para me poupar de escrever mil palavras.

terça-feira, 6 de julho de 2010

"I do not understand what I do. For what I want to do I do not do, but what I hate I do. And if I do what I do not want to do, I agree that the law is good. …I know that nothing good lives in me, that is, in my sinful nature. For I have the desire to do what is good, but I cannot carry it out. For what I do is not the good I want to do; no, the evil I do not want to do--this I keep on doing.
Now if I do what I do not want to do, it is no longer I who do it, but it is sin living in me that does it.
So I find this law at work: When I want to do good, evil is right there with me. For in my inner being I delight in God's law; but I see another law at work in the members of my body, waging war against the law of my mind and making me a prisoner of the law of sin at work within my members. What a wretched man I am! Who will rescue me from this body of death?"

--Romans 7:15-24 (NIV)