quarta-feira, 29 de setembro de 2010

*** Hell is empty...

Segundo as estatísticas do meu blog, as pessoas chegam até aqui através de buscas como "fotos das vitimas de Ted Bundy" e encontram isso: http://minghag.blogspot.com/2008/10/fotos-das-vtimas-de-ted-bundy.html Hahaha! Fico feliz de ser o inconveniente no caminho das buscas.

Ou senão, googlam (do verbo googlar) "foda + jumento" em busca de putarias no mínimo do minimo bizarras e doentias e acessam este post por engano: http://minghag.blogspot.com/2008/08/gua-o-jumento-e-vaca.html Hahaha! Who's the jumento tomando no cu agora, caro internauta punheteiro?
Aliás, só pra constar, zoofilia é crime e vocês que se excitam com isso, na minha opinião, são mais doentes e nojentos do que pedófilos.

Tem ainda, as bee que procuram por material para uma punheta mais... "saudável", jogando "Manuel Ferrara" e "Pit Garcia" e chegam até aqui pra ver uma garota hétero fazendo gracinha sobre eles: http://minghag.blogspot.com/2010/04/homenagem.html

Mesmo não me conhecendo, de um jeito ou de outro, só chega até aqui gente pervertida, algumas nos piores sentidos da palavra.
Pra ver gente morta, pra ver sexo nordestino ou atores pornôs.


... And all the devils are here. ***

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

The Shrine of J.D.

Esta semana chegou meu outro livro que comprei pelo Amazon. Quem passou pela recepção primeiro não fui eu, aí quando me trouxeram, veio a perguntinha cínica: 'sobre o que é o livro Nathalia?' e dei minha velha resposta, quase monossilábica de sempre: 'seu cu'.
Não tenho tempo, tipo, TEMPO NA VIDA, segundos que sejam, pra perder com pessoas que não me entendem e querem me julgar.


Ainda estou lendo, devorando, quase tendo um relacionamento amoroso com "Whoever Fights The Monsters". É um dos melhores, se não o melhor livro que já sobre o assunto. Impressionante como se pode traçar um perfil quase detalhado, de um criminoso (e por criminoso me refiro a assassinos em séries, estupradores e molestadores de crianças) baseando-se na cena no crime e como ele foi cometido. FUCKING AWESOME. Eu amo psicologia forense/criminal.

domingo, 19 de setembro de 2010

Calopsita

Acordei na ultima quarta-feira com as vozes da minha mãe, irmã e sobrinho, discutindo sobre o que iriam fazer quanto a uma calopsita. Turns out, que minha mãe havia a encontrado assustada no quintal e trouxe pra casa. Minha irmã acabou indo comprar uma gaiola, água e ração. Algumas pessoas lá em casa até quiseram ficar com ela, mas isso jamais aconteceria comigo morando lá. Eu sou quase que violentamente contra animais engaiolados. Eu acho absurdo o egoísmo do ser humano de trancar um pássaro numa gaiola, priva-lo do seu dom maior que é voar e obrigá-lo a viver encarando uma parede, pelo simples fato de achar "bonitinho" e querer observá-lo, como se fosse um quadro, um objeto sem vida. Egoísmo é pouco.
Passei o dia ligando pro Ibama, Polícia Ambiental, Parque Ecológico e por aí vai. No final, descobri que nenhum deles podiam me ajudar por vários motivos. Alguns deles são o fato da calopsita não ser uma ave brasileira e considerada exótica. Ainda assim, é legalizado o comércio, hoje em dia, ela é vendida como qualquer outro animal de estimação. Justamente por ela não ser da fauna brasileira, não pode ser solta aqui, a memória biológica dela é da Australia. Aqui ela não teria instintos pra sobreviver e se tornaria presa fácil.
Então o que fazer?
Eu já estava pensando em criar um viveiro na minha casa, quando minha irmã entrou em contato com o S.O.S. Fauna, que me passou o contato de uma moça, que tem um sitio com um viveiro enorme e bem cuidado, com várias aves, dentre elas, outras calopsitas. Entrei em contato com ela, que foi muito gentil e me explicou tudo isso que contei sobre as calopsitas no Brasil. Ela levou nossa amiguinha linda (realmente, é um animal cativante, lindo demais) e vai me mandar fotos do momento em que liberar ela no viveiro (ai posto aqui).
Lá tem cachoeira, comida orgânica e outras aves pra fazer companhia.
Espero que ela seja muito feliz.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Fui ao neuro hoje cedo.

Minha consulta era segunda, mais foi mudada pra hoje. O médico entra na sala e eu lá, ofegante, com a cara vermelha. Ele me olha surpreso pelo meu estado e pergunta...
-Tudo bem?
- Ahn? Ah! Tudo... é que eu esqueci de trazer o dinheiro, só lembrei na recepção, tive que sair correndo atrás de um banco...
Ficou a dica doutor? Deu pra sacar o por que da minha visita?
Eu havia sacado o dinheiro pra consulta na terça-feira, mas deixei na gaveta do trabalho.

Ele fez um questionário, uns testes e pediu um exame da minha jaca. Mas acho que até ele estranhou algumas coisas...

- Eu vivo na base de post it colado em tudo quanto é lugar, um bloquinho de anotações e uma lousa ao lado da porta com as coisas que não posso esquecer no dia-a-dia. O problema é que as vezes eu esqueço de olhar pra lousa.
No final, ele me receitou o que receitam pra pessoas como eu. Não preciso dizer o que né? Achei que era barato e foram logo 60 reais (é uma versão que permanece mais no organismo). Fiquei tão puta! Odeio gastar dinheiro com médico/remédio, enfim. Ainda que eu tomo outro medicamento com a tarja estilo Akon e guess what? Esqueci de mencionar com ele. Não sei se pode misturar.

Voltando da farmacia descobri que meu livrinho de "1 cent" chegou do Amazon. Tava previsto pra Novembro, tanto que tinha pensado "até lá, dou um tempo no assunto" hehehe... sim, é sobre matadores de sucrilhos. Chama-se Whoever Fights Monsters: My Twenty Years Tracking Serial Killers for the FBI.


- Nathalia, (cof, cof...) só por curiosidade, sobre o que é o seu livro que chegou?
- Errrr.. Nietzsche.


Então me sentei, coloquei o livro de lado e fui ler a bula ENORME da porra do remédio e achei lá: Também é contra-indicado a pacientes com tiques motores e espasmos musculares.
Maaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaano! Eu avisei o médico de que fico piscando igual retardada e repuxando a cabeça como se estivesse ouvindo rap (ok, não com essas palavras) e ele me receita algo que não é indicado pra mim??? Eu ando mó assustada com isso, pois tive a impressão de que  piorou do nada e se manteve assim. Na farmácia mesmo, minha cabeça deu 2 tremeliques.
Fico pensando, se eu já me sinto extremamente incomodada quando tenho esses tiques tão pequenos e comuns em público,  imagina os caras do documentário sobre Tourettes? Deve ser um saco.
O John virou meu "ídolo". Foram as forças ocultas do universo, a.k.a. Deus, que me fizeram encontrar este documentário justo nesta fase precisa da minha vida. /dramaqueen



Whoever fights monsters should see to it that in the process he does not become a monster.
And if you gaze long enough into an abyss, the abyss will gaze back into you.
Friedrich Nietzsche

Será que tô me expondo demais...

...em colocar este vídeo meu tomando banho com um gatchenho na internet?

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

I'M A CHICKEN FUCKER

Bom, pra sair um pouco do assunto que mais tenho colocado aqui no blog (matadores de sucrilhos), vou postar um texto sobre um documentário que assisti ontem e gostei muito. Aliás, há um certa ironia de como cheguei até este tal programa. Um dia depois de twittar sobre meus tiques, o @kibeloco colocou um vídeo de um carinha com síndrome de tourettes no blog. Acabei indo em vídeos relacionados e encontrei o tal documentário: Tourettes: I Swear I Can't Help It .

'I hate feeling like a lower-class citizen, a freak.' ... Picture shows L-R: John Davidson and Stuart Colquhoun (also known as Chopper) Photograph: Philippa Robinson/Prospect Cymru/BBC

My preview disc for Tourettes: I Swear I Can't Help It (BBC1) has a different title written on it. Tourettes: No Laughing Matter, it says. I don't know why it was changed - the new title is a bit crass. Maybe someone decided that the original one wasn't accurate, that Tourettes can be a laughing matter. John Davidson, who has Tourettes, knows that. "If you ask anybody what's the funniest illness," he says, "most people will say Tourettes."
And it can be funny. It is in places here. At a meeting for people with Tourettes, a lady is running a relaxation session. Well, trying to. "Picture in your mind a beautiful green field," she says. "Think: what's the length of the grass you're standing in? Is it long grass ... ?"
"I'm up to my knees in fucking cowpat," John blurts out. It's hard not to laugh. You're not laughing at the condition though, you're laughing because John has said something funny. It's a tricky one. Then there's a dull session on disability forms, run by Heather Smith, from the Galashiels Citizens Advice Bureau.
"Hello, I'm Heather from Citizens Advice Bureau, Galashiels ..."
"Fuck off," says John.
"Fuck off, nosey," says John's pal Chopper. John and Chopper trigger each other off.
"Chopper died his pubes ginger!"
"Your dog's got tits!"
Poor Heather does her best to carry on with the session, in proper CAB language. "It's arguable that benefits-wise you should be given the maximum benefits, because at any given moment you might need a minder ..."
"Arthur Daley!"
They're quick, these guys, Paul Merton quick. Then Heather herself says "inca-PISS-ity benefit".
"You've got Tourettes by proxy," says John, delighted. She laughs, everyone laughs; it's a lovely moment, probably the nicest session Heather Smith has ever given. Of course, and this is the bit that's easy to forget, for 95% of the time, Tourettes is not funny; it's a bloody great ball and chain that you have to drag around your entire life. "I absolutely hate it," says Chopper. "I hate feeling like a lower-class citizen, a freak."
Greg, a 15-year-old with Tourettes, is very good at talking about it. He describes one perfect day he had. It was a beautiful summer, the grass was green, like on TV adverts, and he had just one tic, instead of the thousands he usually has. There hasn't been another day like it since. "I'm never totally free like I was then," he says. "Sometimes when I get really depressed I think, 'One day there will be another day like that.'"
That lack of freedom is what comes across most, the constant worry that they're going to upset or offend. And it's interesting how they sometimes treat their tics almost as another person. Greg says he feels like Gollum in The Lord of the Rings, except that it's his tic ensnaring him instead of the power of the ring. Chopper's girlfriend talks of Mr Tourettes - it's him who says "big fat arse" to her, not Chopper. And most interestingly John, who's had the hardest time with Tourettes, says that if it went away, he'd miss it, would actually feel lonely.
They all speak beautifully about it, honestly and openly. It's
a touching and moving portrait of a difficult and untreatable neurological condition that can also be funny. I'm glad the film, and the people in it, don't ignore that. The one thing I wanted to know was whether any of them ever faked a tic - told someone to fuck off just because they know they can get away with it. You would though, wouldn't you?
Post original: http://migre.me/1j1Dj
Também assisti o documentário anterior a este, de quando o John tinha 15/16 anos, JOHN'S NOT MAD. É bem triste. Em algumas cenas, era como se eu sentisse meu coração murchar dentro de mim. Foi um sentimento bem intenso mesmo.
Eu amo o John Davidson. Depois de tudo que eu vi, posso dizer que sinto uma compaixão tão grande que chega a ser um sentimento de amor mesmo.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

One, two, Freddy is coming for you...

Ontem, em mais uma noite insone, eu comecei a sentir umas coisas bizarras. Primeiro, eu via vultos no meu quarto, o que não chega a me assustar, pois meu olho - cagado como é - tem um lance chamado "moscas volantes" (glooglem [do verbo googlar]), então, imaginei que devia ser isso. Quer dizer, é isso. Antes de descobrir este problema, eu achava que via criaturas rastejando pelas paredes, até que percebi que na verdade, eram os tais problemas na minha visão. It ain't that easy being me.
Aí, deitei na cama, rolei no hiperatismo de um lado pro outro pelo colchão, até que senti a mão de alguém nas minhas costas, virei no mesmo segundo, num pulo-rodopio-duplo-twist-carpado ou algo similar com esta descrição, certa de que era minha mãe, pedindo a Deus que fosse minha mãe, mas na verdade era... ninguém. Aí pronto, entrei no cagaço. Contagem regressiva pra 3 da manhã. Eu lá, xingando o Eminem na minha cabeça e nada de pegar no sono. Se espalha a loção na pele, se faz sempre que é mandado. Resolvi ligar a TV e colocar no timer pra desligar daí 15 minutos. It puts the lotion on its skin, or it gets the hose again. Foi então que ouvi o controle mexendo na minha gaveta (que fica no corpo da cama), virei rapidão, achando que era o Justin, pedindo a Deus que fosse o Justin, já que ele fuça lá sempre que deixo aberto, de novo, não era ninguém. Porém, o controle realmente havia mexido. Tipo, falei pra mim mesma que minha casa devia ser inclinada e eu nunca havia percebido, que o controle tinha apenas deslizado, pois isso é uma regra clara da gravidade. Claro, não acreditei em nada do que tentei me convencer, mas apelei pro meu ultimo recurso quando não consigo pegar no sono: fantasiar com o Cristiano Ronaldo. Pronto, lá estava ele, todo lindo, deitado na cama me esperando com as sobrancelhas feitas, quando, quem me aparece do lado dele? Jeffrey Dahmer com uma furadeira. Fucking shit! Não tenho controle nem dos meus pensamentos. No meio disso tudo eu peguei no sono e bem... Foi isso.
Uma vez, coloquei no twitter que sou tipo Dr. House e não acredito em nada desse tipo. Bom, é uma meia verdade. Já que eu não sou, mas queria ser.
Hoje o Justin ficou latindo na sala e derrubou algo que fez o maior barulho, quando fui ver, era uma furadeira que estava em cima da mesa. Escapou até um pouco de mijo quando vi aquilo no chão com o cachorro latindo do lado. Amanhã checo com a minha mãe, por que the fuck aquilo estava lá.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Killer Klowns

Quando era criança, uns 8 ou 9 (pode ser mais, pode ser menos, não lembro!), tinha aquele "Canal 21" que passava filmes um pouco diferentes dos da sessão da tarde. Um deles era este aqui, que eu adorava e morria de medo... UAHAUAHUAHA

MUITO TOSCO. FOI LANÇADO EM 1988 - QUANDO EU NASCI!

91210



Engraçado como algumas pessoas acham que se um homem é casado com uma mulher e tem filhos, isso serve como garantia de heterosexualidade. My ass!
Nada neste mundo me convence de que Robert Rey não é gay! O simples fato de eu me sentir levemente atraida (prontofalei) por ele já prova isso! É só checar o histórico do meu blog para ter provas. EU SÓ GOSTO DE BICHA LÔCA!!!

domingo, 5 de setembro de 2010

Li isso no "Yahoo Answers"

E me identifiquei completamente!
Eu ainda sinto muita falta do Mel. Ainda sinto uma angustia indescritível ao pensar que ele simplesmente se foi. Nem sei como descrever, mas esta pessoa chegou bem perto...

My little dog died. I still miss him so much...

My little dog who was 14 died at the end of May last year. He was a mini yorkie and was loved so much by the whole family. I still miss him so much. Whenever I try 2 talk about him, my eyes start to water and I want to weep. The day he died is a day i'll never forget for as long as I live. I got the call at work, drove straight home and wen I got in and seen him, my legs gave way from under me and my heart broke. He was with me since he was 9 weeks old and I was 10 years old. He was 14 when he died and my constant little shadow for all those years. Altho I have all my family, friends and a wonderful partner, I still get very lonely and upset at the thought of comin home at night and him not being there or running to the door to meet me. I've split up with boyfriends, lost my dad and buried best friends but the day he died is the day I found out what it really feels like for a heart to break. It's been over a year and it hasn't got any easier. My heart just doesn't seem to be healing. Why hasn't he looked in on me to let me know he's ok??

Eu também me questionei isso sobre o Mel. Cheguei a sonhar que encontrava meu pai na rua passeando com ele. Quem sabe, né? Dos cachorros da casa, meu pai, que não era muito chegado em animais, ia mais com a cara do Mel.
Lembro de ter contato pra ele, em um desabafo, sobre como o Mel havia morrido, sem ter idéia de que muito em breve, ele me deixaria também.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Pit bull is the new Doberman

Sei que o texto a seguir é confuso, ainda mais pra quem não assistiu o programa do qual eu falo nele. Mas não é uma matéria na Época, é um desabafo em um blog.

Eu gosto muito daquele programa da Band "Polícia 24 Horas". Ontem em compensação, eles exibiram o caso que eu mais detestei assistir. Foram chamados para separar dois cachorros brigando, um pit bull e o outro, não sei a raça. Fiquei impressionada com a... quer saber, vou colocar assim mesmo: COVARDIA das pessoas ao redor. Os cachorros estavam naquela briga há 40 minutos e ninguém fazia nada, ninguém agia com rapidez ou com o mínimo de inteligência (NÃO SOMOS NÓS OS RACIONAIS???). Em uma tentativa patética de separá-los, um policial tacou o cabo de um rodo na cabeça do pit bull. Claro, não adiantou nada. O pit bull era quem comandava a briga, dava para perceber. Mas será que alguém mais notou que não havia sangue? Digo isso, porque numa briga de verdade, se aquele pit bull realmente quisesse matar aquele cachorro, haveria sangue e pedaços de orelha espalhados pelo chão. Meu pit bull, o Justin, escapou uma vez e correu no cachorro do vizinho, que vivia se "exibindo", solto, sem coleira (por aí já se percebe o nível dos donos) e passeando em frente ao portão da minha casa, deixando o Justin louco! Minha mãe saiu correndo e encontrou os cachorros se pegando, exatamente como na TV: Não havia sangue! Só baba! Minha mãe, que não é covarde, simplesmente separou a briga. Pode ter sido por impulso e arriscado, já que ela não sabia se o cachorro do vizinho era vacinado ou não, mas nada aconteceu. Ela os separou, puxou o Justin pra casa e verificou o estado deles. Tudo normal, apenas baba.
Pit bull realmente é um animal forte. Não é qualquer idiota por aí que tem condições de cuidar de um. Tem que ter muito controle e respeito com animal!
No tal "caso policial" de ontem, o pit bull fazia o que queria com o outro cachorro, mordia, puxava, chacoalhava com cabeça e abanava o rabo. Pra ele, aquilo era uma brincadeira. Volto a dizer, não havia sangue, se fosse briga de verdade, haveria um mar vermelho. O outro cachorro estava assustado, é claro e não conseguia sair daquela situação. Uma das moradoras, pedia para o policial MATAR o pit bill. Sim, você leva um cachorro de grande porte para a sua casa, não adestra, não controla, larga ele com outro animal e se algo der errado, faz voz de choro e manda matar. Ok. No mínimo, eram dois machos e nenhum deles castrado. A situação era pra ser pior do que foi.
Um pessoal da rua, provavelmente percebendo a falta de preparo absurda dos policias, soltaram uma bomba na calçada, para que o barulho assustasse e separasse os cachorros. Parece que deu certo, pois em seguida, conseguiram resgatar um animal e deixaram o pit bull preso no quintal. Ele continuava numa postura de "brincadeira", continuava abanando o rabo e latindo. Trata-se de um ser irracional! Será que as pessoas não entendem isso? Já comparam o cérebro de alguns animais, com o de autistas. Em casos severos de autismo, as pessoas são bastante violentas. Será que a solução para elas então seria essa? Bater com um cabo na cabeça ou mandar matar? Ah, mas trata-se de um humano, ? É diferente. É? E aí? A dor não é a mesma? A (falta de) conciência de certo ou errado não é parecida? Pois é.

Bom, no caso de dois cachorros se pegando (com sangue ou baba) uma das maneiras de se separar é com extintor de incêndio. A principio, não precisa ser diretamente neles, pois só a fumaça e o barulho já são suficientes para assustar os bichos e separa-los.
Não tinha extintor na viatura da polícia? Em nenhum lugar do bairro? precisava estender aquilo por 40 minutos? Outra opção é duas pessoas cercarem os animais e cada uma pegar um pelas patas de trás, é bem mais complicado, mas uma vez que você segura um cachorro pelas patas traseiras, ele não consegue te alcançar para morder.
Enfim...
é isso.

No final, a dona não deixou que levassem o cachorro para ser sacrificado. Graças a Deus! Mesmo com a insistência do policial bocó e inútil e disse que o levaria pra casa dela, onde não havia outro cachorro. Quanto ao outro animal, a maior vítima da história toda, ele parecia cansado, assustado e dolorido. Não é pra menos. Disseram que o levariam ao veterinário. Espero que seja verdade.

Pit bulls são dóceis, mas não são pra qualquer um. Tem que cuidar, por tela no portão, educar o cachorro e muitas vezes, educar aqueles que passam ao redor. Para que não percam o dedo como aconteceu com uma senhora, neste mesmo caso que contei a cima.

Acho que nós humanos, em maioria, ainda não estamos preparados para lidar com animais. A falta de respeito e de compreensão para/com eles, é lamentável... pra não dizer assustadora.


quarta-feira, 1 de setembro de 2010

This morning...

- Nathalia, ao invés de achar engraçado, você devia ir ao médico, você tem muitos problemas relacionados ao sono!

- É... a paralisia e tal...

- Hã? Ah é, isso também! Mas tava falando do xixi na cama! Você fez até os 11 anos!

- É. Eu lembro, mãe.

- Usava fralda geriátrica.

- Já disse que me lembro.

- Por isso que você ia às psicólogas.

- Adiantou muito.

- Você parou, não parou?

- Porque meu pai me ensinou a técnica de conversar com a bexiga...

- Hahaha...

- É sério, foi a única coisa que deu certo!

- Então tá.

- Sabe como se chama isso?

- Loucura?

- Não, o termo para "xixi na cama"!

- Como?

- Enurese noturna. Junto com maus tratos aos animais e tendência a por fogo nas coisas, são as 3 caracteristicas que costumam estar presentes na infância dos serial killers...

- Lá vem você com esse papo dos assassinos de novo...

- Que eu posso fazer se eles se mijavam também?

- Tá bom Nathalia...

- Cocô eu nunca fiz, né?

- Não, só na casa do César!

- Noooooooooooooooooossa, que golpe baixo trazer isso pra conversa!

Vide: http://minghag.blogspot.com/2008/07/o-assalto-e-cagada.html