quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Então...

Tô numa loja esses dias e uma mulher começa me encarar. Olha, eu sofreria muito se fosse famosa, pois eu tenho aflição de gente olhando pra mim.

Até que (provando que não era impressão minha)...

- hmmm... você parece com alguém
- ah é (eu já sabia quem ela ia dizer)
- aquela atriz...
- hmmm
- aquela!
- qual...? (eu não ia entregar tão fácil)
- a das panteras!
- ah sei, todo mundo sempre fala... a lucy liu
- não... não...
- não? ah! a carmeron diaz...
- não, a mais gordinha
- ¬¬
- drew...
- drew barrymore
- é!
- rysos
- tá podendo, ein... já ia te pedir um autógrafo
- quem me dera
- ela fez aquele outro filme... onze homens... não... quatro casamentos... não, dois destinos...
- hmmm... é, aí eu já não sei







"gordinha"

sábado, 30 de novembro de 2013

O dia da porta

Quem é meu amigo sabe de um caso que ficou conhecido como "o dia da porta". Na verdade, deveria se chamar "a noite maldita da porta". 

Para quem não conhece o fato, foi o seguinte...

Eu estava apaixonada por um garoto da minha sala, logo no primeiro semestre. Mas ao contrário de seres do sexo masculino, que muitas vezes tão pouco se fodendo para interpretar sinais e perceber se o sentimento é recíproco antes de cair em cima da pessoa, eu tentava reparar se ele demonstrava qualquer gentileza ou sorrisinho pra mim... 

A princípio, parecia que sim. Mas era um sim mais pro talvez. E o talvez estaria okay pra mim, pois eu queria uma amizade antes de tudo, uma simples amizade para ver se minha paixão não era coisa de jovem adulto agindo como teeanger que acha que ama só porque o cara é gatinho.

Tudo ia bem nos poucos contatos que a gente tinha e que com ajuda da minha amiga Lulux, vinham crescendo cada vez mais. Um dia eu dava "oi". No outro, cumprimetava com beijo e dava "oi". No outro, já tava dando tchau. No quarto, eu já queria dar outra coisa, mas achei melhor manter o plano de respeitar a vontade dele.

Até que...

Por favor, pensem numa música triste, melancólica...

Em uma noite na faculdade, tivemos que mudar de sala para assistir aquela cena do filme Labyrinth. Eu caminhava no meio dos demais, até que notei que ele estava na frente da sala que teriamos que entrar, segurando a porta para uma menina na minha frente. E... assim... que... ela... entrou... aquela.... porra... daquela...porta...fechou... praticamente... na... minha... cara!

Falaram que eu dramatizei, mas eu pude sentir a porta encostando no meu nariz. Ok, na alma do meu nariz.

E depois disso, eu peguei uma raiva filha da puta dele. E só tem uma palavra que defina as poucas  seguintes interações que tive com aquele paunocu AKWARD!!!

E Todo este texto pra que, Brasil?

Porque fucei em fotos antigas e achei uma que tirei naquela noite, ao chegar em casa... e fazer a coisa mais patética possível



Chorar na frente do espelho....






...fotografando.

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Tô no lado bom da porcentagem

Dear Alice,
I'm a sixteen-year-old girl. Do females have wet dreams like boys?
—asking


Dear asking,
You betcha. In 1953, Alfred Kinsey, Ph.D., the famous sexuality researcher, found that nearly 40 percent of the 5,628 women he interviewed experienced at least one nocturnal orgasm (orgasms during sleep), or "wet dream," by the time they were forty-five years old. A smaller study published in the Journal of Sex Research in 1986 found that 85 percent of the women who had experienced nocturnal orgasms had done so by the age of twenty-one... some even before they turned thirteen. In addition, women who have orgasms during sleep usually have them several times a year. Dr. Kinsey and his colleagues defined female nocturnal orgasm as sexual arousal during sleep that awakens one to perceive the experience of orgasm. Girls and women who don't have orgasms in their sleep, or who don't know whether or not they've had them, are perfectly normal. It may be easier for men to identify their wet dreams because of the "ejaculatory evidence." Vaginal secretions could be a sign of sexual arousal without orgasm.
Similar studies find that a much higher percentage of boys and men experience wet dreams. This, combined with a greater focus on male sexuality by science and the public in general, are probably two big reasons why we don't hear very much about women's nighttime orgasms. In fact, Alice thinks this is the first time this question has been posed here. Thanks for asking.

Fonte: http://goaskalice.columbia.edu/do-women-have-wet-dreams-too

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Tutorial para aumentar, levantar e separar os olhos

Eu não ando com ânimo pra NADA, mas há tempo que queria fazer um vídeo dando dicas de maquiagem. 

Sei que nele eu tô tipo, desanimada e não faço nenhum pouco o estilo "oi meninas hihihi" (graças a Deus), nem tenho muita experiência para explicar as coisas, mas os conselhos que eu passo no vídeo são técnicas que funcionam para mim, para o meu tipo de olho e que podem interessar para mais alguém. 


Claro, não poderia faltar o cachorro latindo de fundo ou algum erro do tipo "é importante sempre nunca fazer isso".

E espero que fãs da Britney não vejam, porque eles são incapazes de entender que eu também sou fã, mas não acho ela uma divindade que só pode ser elogiada. Ela é humana, imperfeita e serve de referência quando o assunto é maquiagem (pra bem ou pra mal).


Eu deixei para tratar a imagem depois, sendo que o vídeo estava escuro e desbotado e as fotos normais, então não hora que clareei e aumentei a saturação, o vídeo ficou OK, mas fotos ficaram horríveis, aí o jeito foi achar um meio termo que ficou... um koo. 


P.S.: Eu não ativei monetização nesse vídeo, mas como coloquei 3 de fundo para fazer uma graça, tive que reconhecer "conteúdo de terceiros", aí aparecem propagandas. Vou parar de por música famosa nos vídeos, que porre.

sábado, 12 de outubro de 2013

Dia das crianças... nhé


Uma noite minha irmã S. chegou do trabalho e encontrou esta cena. Eu e meu sobrinho tínhamos enchido o cabelo da minha mãe de canudinhos. Aí a S. pegou o celular... digo, câmera analógica e registrou o momento.

Essas eram minhas botas ortopédicas que eu fui proibida de usar na escolinha porque agredi um menino (não me lembro de nada pra tentar me justificar). 


Nós de novo. Esta cachorra ao fundo era linda, pena que não convivi muito com ela.


Com minha irmã C. em um aniversário. Ela havia me dado este estojinho de maquiagem. Será que tudo começou aí?

sábado, 21 de setembro de 2013

Bling Ring

{{Escrevi isso tem uma semana...}}

Depois de desistir de assistir The Bling Ring no cinema por motivos de estou deprimida demais que já é um esforço eu querer assistir um filme imagina então ainda ter que insistir pro amigo também deprimido sair de casa e assistir também aí já é demais pra mim desgulp, eu resolvi ver na internet mesmo, foda-se.




O filme me lembrou de algumas historinhas da minha vida (que medo, não?), mas é uma específica que eu vou contar...

Uma antiga ~amiga~  minha que não era alta e magra o suficiente para realizar seu sonho de ser modelo (além de outros motivos, né), e não tinha estudo ou mais de 2 neurônios para trabalhar num escritório, foi fazer aquilo que todos os levemente bonitos e consideravelmente burros que resistiram a prostituição e o trafico de drogas fazem: trabalhar com eventos.

Certo dia, ela me contou que um casal de subcelebridades que ela serviu em uma festa esqueceu uma nécessaire na mesa.
E o que ela fez?

          A) Procurou alguém da organização do lugar para guardar, entrar em contato com eles e devolver   
B) Fuçou, viu que tinha algo de valor, e levou pra casa

Opção B de biscate, é claro. Me lembro apenas de dois itens que ela falou que estavam na bolsinha: lubrificante (hahaha) e um anel, aliança, não lembro. 

Eu mantive meu olhar “sim, estou te julgando” durante TODA  conversa, porque não, eu não acho isso legal. Minha amiga de boa índole erguia a sobrancelha irritada e não entendia como eu não percebia o quanto ela foi esperta. Esta mesma amigona uma vez  ~achou~ um celular e olha que digno: vendeu para a irmã adolescente por 50 contos. 

Se alguma vez ela me furtou? Capaz que sim. Tem um blazer meu que sumiu quando eu tinha 15 anos e uns 5 anos depois, a irmã dela (que comprou o celular, hah) falou “aquele casaco que você esqueceu tá aqui até hoje” e minha amigona contorceu a cara tentando mandar ela calar a boca através de uma expressão facial incrível e depois desconversou. Mas ei, PODE bem ser neura minha. A menina era pilantra, mas me amava e eu  também... me amava.

Enfim, voltando ao caso dos BBBs (ops..).
Após julgá-la com olhares, havia chegado a hora de atormentá-la com questionamentos “mas você vai fazer o que? Usar o lubrificante com o namorado? Vender o anel?”. Quase troquei as frases... e sugeri um sexo anal.

Putíssima da vida e já querendo mudar o assunto, ela disse que não sabia e que ia ver...
E essa é minha história de furto a uma pseudo celebridade que tem marromeno a ver com o filme. Na verdade não tem nada a ver com o filme, só lembrei e resolvi contar, como tenho costume. 

Tenho uma outra mais curta: toquei a mão da Silvetty Montilla ao dizer “obrigada” e ela disse “tá, só não leva o anel”, ahahahaha.

Se eu fosse invadir a casa de algum famoso para pegar as roupas, escolheria a Luciana Gimenez. A mulher tem muito bom gosto. O programa dela pode ser podre, mas as roupas e acessórios que ela usa são divinos. O problema é que nada ia caber em mim, né? A Luciana tem o que? Dois metros e 35kg?

E eu vivo presa às minhas promessas de regimes, como aquelas de que vou largar esta merda deste blog. Mas sempre que quero contar alguma coisa, só me resta aqui.

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Acho...

...que consegui consertar a bosta do layout daqui. A verdade é que odeio o tumblr para posts pessoais.

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

So long and goodbye

Eu não sei se pra vocês o blog tá aparecendo com layout minusculo, mas pra mim, desde que mudei o background e banner, tá. Na boa, blogger é muito 2005. Por que eu ainda me estresso perdendo tempo por aqui? Ninguém comenta, nem quem acessa... ~~~ né?
E eu ainda começo o post me direcionando a "vocês". Tá então.

I'm done.

P.S. Créditos, né? Peguei a imagem do banner aqui, no site mais foda de arte que conheço http://www.deviantart.com/#/art/Shitty-Birth-of-Venus-341582255?hf=1

Now I'm done. 

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

O quase famoso e o famoso

Acho que todo mundo tem um amigo meio artista, que quer ser famoso. No meu caso, conheci o meu no colégio. É uma pessoa legal, que tem talento. Não é nada fora do normal, nem que eu aprecie. É sertanojo. Mas têm outros iguais a ele por aí, ganhando milhões com a calça esmagando tanto a rôla que dá pra ver o desenho da cabeça, então não dá para dizer que ele não tem o que precisa para ter sucesso... ele tem, mas ainda não chegou a vez dele, talvez um dia... talvez nunca. Enfim, é um garoto divertido, que ri bastante, estudou comigo na adolescência, a gente juntou as veias artísticas no colégio e gravava umas babaquices. Hoje em dia, ele, que continua em busca do seu lugar ao sol, já tem seus fãs. Mas os fãs que me refiro, são uns boys que seguem ele nas redes sociais e ficam lá,  babando ovo. Até aí tudo bem, babam ovo porque  desejam chupar as bolas, mas reparei que esse tanto de bajulação serviu de causa e teve seu efeito. O meu colega muda a 'forma de tratar' na internet, fica frio, monossilábico, fica cool, mas aquele cool que é koo, claro. Dá vontade de falar... "amigo, para fama subir à cabeça, ela tem que chegar primeiro". 
Mas tudo bem. Desejo o melhor, sério. Não curto em 0,1% o mundo desse estilo musical, mas sei que há retardado com mau gosto para tudo nesse mundo, prova disso, é sorvete de milho verde e calça saruel.

Sobre aquele famoso lá, aquele.... quem me conhece sabe.
Então! Há meses que tenho reparado em algo: ele só tem fã burra. Muitas são obcecadas. Exceto eu. Bom, eu não me considero fã - podem rir. Burra, eu ouvia piadas por causa do cabelo, rá-rá, quanta criatividade, agora estou ruiva, lidem com isso.  Obcecada é onde pega, porque eu sou obcecada com tudo, oras. Eu não consigo me interessar por um tema, eu me torno obcecada por ele, leio tudo sobre ele, esgoto o que consigo pesquisar sobre, e aí sigo em paz. Se minha memória fosse boa eu seria um gênio. OK, menos. Até porque, eu só me interesso por assuntos e pessoas estranhas. Mas voltando. SÓ fã burra mongolóide, jecona estúpida, pangua e songa-monga. Eu vi umas coisas no twitter... que juro, são umas mulas! Mas igual no caso do meu amigo da história acima, acho que esse cara acaba entorpecido pela bajulação e não repara que ela veio direto de um jumento.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

The round peg and the square (ass)holes

Tem gente que se "atrai" por mim por me achar estranha. Mas não é uma atração boa. Tenho percebido...

A princípio, a pessoa me evita, se sente intimidada, não faz nem contato visual (!!!). E medinho sem justificativa, é óteeeemo para gerar  antipatia.

A pessoa não gostava de mim, sem me conhecer, pois achava que eu era isso ou... ou... aquilo. Que eu  "tinha cara de...".

Aí cria a bosta do pré-conceito e coloca ele pra brincar com o ego: se não será minha amiga, não vou gostar dela. Humpf.



Não curto comparar humanos com animais, mas essa cena me lembra mesmo...  Quando a tal pessoa percebeu que eu não era um MONSTRO, sabe... e que a gente poderia sim ter uma amizade, a imagem dela vindo na minha direção naquele dia... igual a um cão com as orelhas para trás e o rabo balançando timidamente.

Aí virou o que eu  ingenuamente achava ser... amizade.

Hoje não viraria mais. Estou aprendendo a identificar.

A pessoa se aproxima, me conhece, fala de mim para os ~colegas~ que ainda têm medo, que tão naquela fase que descrevi acima, uns nunca vão sair dela. Parece exagero, mas não é! É patético e assustador, mas para eles, não para mim.



Me refiro à uma época específica e eu, era eu mesma, e na minha, eles eram os cuzões.

A pessoa aí chegou a se oferecer a entrar. Não é porra de expressão, porra. É literalmente "POSSO ENTRAR?"
Queria descobrir mais.

Como eu vivo? O que como, onde durmo, como acordo, com quem moro? Não passa no Globo Repórter, sabe...




E quis enfiar merda na minha cabeça, É ISSO QUE ME FODE. Quis me fazer sentir mal. 

Por que não é aceitável eu viver bem sendo diferente, ainda que essa diferença toda estivesse nos olhos deles.

Se eu sou diferente, estranha, eu tenho que me sentir assim, DESLOCADA.

Não posso ser de boa, aparentar estar bem resolvida, feliz, ser inteligente, até melhor que eles todos, imagine, que ultraje... não, eu tenho que ser infeliz, burra, andar pelos cantos, com cabelo cobrindo a cara.




Mas minha amizade não é uma experiência, kirida. É legítima para mim e se não for para você, então não é nada, pois nem existe.

Eu sempre penso uma coisa, menina...

Meu lado feio, é mais bonito que seu lado melhor.
E eu sei porque isso faz sentido.


















P.S.: Eu fui no Tumblr atrás de uma imagem que fosse que me ajudasse a ilustrar isso daqui e só faltou eu encontrar uma do Edward enfiando a tesoura no cu das pessoas que cito acima.

domingo, 1 de setembro de 2013

O pesadelo do Adalba

Pois é, o subconsciente do meu amigo produz isso daí sobre mim: irresponsável, impulsiva, fria, eloquente... 



Dizem que a gente não sente o próprio cheiro nem ouve a própria voz... bom, eu vivo com nariz entupido, mas percebi que sou meio Datena mesmo. Tenho um jeito beio bundo cão de falar. E apesar do meu tom de voz de macho, minha risada parece com os sons emitidos por japonesas em filmes pornôs.

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

FILF's

Eu sei, eu sei...  todo mundo envelhece exceto o Jared Leto.

Todo o resto enfrenta os primeiros fios brancos, marquinhas de expressão... o pé de galinha, o bigode chinês, as linhas de marionete e por aí {{ tristemente }} vai....

Mas têm dois casos específicos que me partem o coração, sabe? Dois atores que sinto dó mesmo em ver cada ano passar e eles deixarem mais e mais a imagem de tchutchuco delícia (como eu gosto de referir) para trás!

Um é este aqui, antigo tesão, James Spader...


Sim, esse tiozinho era um te-são. Acho que Secretary foi o último filme onde ainda era evidente o quanto este homem é/foi sexy. 

Outro que eu sou apaixonada é o Robert Sean Leonard. Maaaaaaaaaano, no House MD ele ainda estava um FILF (Father I'd Like To Fuck HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHA FILF!!!), mas parece que de um ano pra cá o negócio já desandou um pouco...




 Ai, Dr. Wilson... estrabismo e covinhas na época da série me deixavam louca. 

Mas tudo bem, oras. Primeiro, que né, não é como se fosse uma 'perda' real na minha vida. Segundo, que foda-se como cada um envelhece, não é como se eu achasse que as pessoas têm que se tornar paranoicas e lutar contra aparência da idade, pelo contrário, sou mais é a favor de que aceitem os efeitos da gravidade... da papada até as nádegas. 

Só fiquei meio assim, sabe... meio... hmmm... poxa... custava usar uns cremes da Clinique?

Caso alguém não conheça as figuras desses dois há alguns anos, aqui estão...

James


Robert (meio Jim Carrey)


Bad bad boy

Não vou nem dizer que eu tentei fazer aquele efeito clone, mas descobri na cagada como se faz. Não que edição seja neurocirurgia, né... a maioria dos tutoriais são feitos por crianças de 12 anos.

Agora que sei, na próxima vez vou calcular os espaço e fazer umas gracinhas... afinal, é isso que falta na internet, né? Gente perdendo tempo fazendo babaquices e editando pro youtube.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Toninho

No post anterior mencionei esta figura aqui. Desculpa, mas acho que formamos um casal perfeito. Tipo, ele trabalha com manutenção... e eu aqui com excesso de umidade. Hmmmm.

Me seca neném

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Pega ou não pega

O Jared acabou de postar isso no Instagram.


Quando fui ver o shows deles em SP (2011), o Jaredão pulou na plateia durante The Kill, como deve fazer em todo show e eu que estava na grande, lógico, passei a mão nele, no peito dele sem camisa, enfim... Devo ter comentado aqui na época.

Lembro que senti a maior vontade de fazer a pervertida e tacar a mão na bunda ou na piróca. Foi tudo muito rápido, mas juro que tive tempo de titubear quanto a isso na hora. E o que me impediu, foram flashbacks dessa cena aqui


Aí, tô lá, com receio de levar uma microfonada na cabeça e sendo respeitosa como não fui com o Toninho da manutenção do Clube das Mulheres, controlando meus instintos e tal... quando vejo uma mão acariciando aquele pênis tão desejado (hahahahaha). 

Tempo depois, faltava só uma música para acabar show, eu estava quase desmaiando com o cheiro maldito da moça ao meu lado, que não devia ter tomado banho há dias acampando na fila, então pedi pro segurança me tirar de lá e fui esperar meus ~amigos~ fora da platéia. 

Dei uma perambulada e perguntei para uma funcionária se tinha um lugar para sentar, beber água e ela me falou para ir na enfermaria. Lá, vi o povo que desmaiou, passou mal, teenagers chegando de maca, de cadeira de rodas, hilário. Eu devia estar rosa choque, pois uma enfermeira veio medir minha pressão. Mas eu estava de boa conversando com um menino que certa hora me conta 

"noffa, quando Jared pulou, taquei logo a mão na virilha dele..."
"ah, foi você então, eu vi sua mão"
"noffa, delícia aquela linguiça"

Ok, esta última fala eu inventei, pois não lembro como a conversa seguiu (e nem tava bêbada). 

E bem, só isso que queria contar. Fim.

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Insólita

Os valores me empobrecem
As regras me excluem
O certo me corrige
O errado me faz companhia

Quando eu nasci, um anjo torto me disse: até que enfim, alguém mais torto ainda

terça-feira, 6 de agosto de 2013

É a culpa, é a pedra, é o fim do caminho...

Tem um menino na minha rua que usa crack. Ele deve ter 12 anos. Apesar de todo o discurso de “ele é só mais um nessa realidade”, é difícil ver a cena e não se deprimir (mais). Quais as chances de não ser uma vida jogada fora?

Eu não tenho experiência, não sei abordar ninguém nessa situação. Um menino de 12 anos tira dinheiro de onde pra comprar pedra? Capaz de eu tentar falar com ele e voltar sem celular.

Sabe outra forma de ver uma vida ir abaixo? Depressão. 

A vida passa tediosa, amarga e lentamente, mas quando se dá conta, já foi embora. Depressão é BFF da Culpa. Uma não se separa da outra. 

Culpa... 

A vida me deu mais chances que ao menino drogado e ainda assim, ela foi pelo ralo.

sábado, 3 de agosto de 2013

A maior expressão da angústia


Depression is making me go insane. And is escalating fast.

Every day there’s a new obsession. I can tell it’s not a normal behavior, I feel ridiculous, but I can NOT stop it. I need to know, I need to know these things, so I obsess about them (I won’t say what).
It’s all real though. I wish it wasn’t. I wish these were just sad ideas I created in my head, but they’re not. It’s reality. And it gets harder and harder to deal with.

I’ve been diagnosed twice as a bipolar. The second time I argued with the doctor that he was wrong and that he should find  a better diagnostic, for two reasons:

One: If he actually gave me a medication that would stabilize my mood, I wouldn’t be depressed, but also, I wouldn’t feel like I was a goddess. I felt like that for some time here and there. And I did made a lot of stupid things I’m incredibly embarrassed of. I even got fired because of it. But I was fired in other occasion for being too depressed and isolated, so… fuck it. At least mania felt good.

Two: The first medication I was prescribed for bipolar made me gain weight. I have eating disorders... Binging, purging and binging so more. And laxatives... I had a fucking overdose years ago and almost died. I can’t gain more weight!

But now… oh God now…  I’m stuck at depression, the worst so far. Anxiety, hopelessness…  and fucking obsessions. I wonder if there's a way out. There's got to be a fucking way out.

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Meus queridos.... sqn

Eu queria entender o que em mim desperta a vontade em algumas pessoas de serem cruéis comigo. De usarem certas coisas para me provocar que eu jamais usaria com elas. E tudo que eu queria que esses seres  entendessem é que não uso, porque não quero, mas poderia. Facilmente.

Me falta frieza para rebater certas coisas, já que sei o quanto eu poderia ir na ferida e humilhar facilmente tais pessoas. Acredito que não faço, por um sentimento de dó. Eu sinto mais pena, que coragem de ofender certas criaturas.

E no fim, fica a pergunta: O que é pior?  Ser provocado de volta ou ser deixado de lado por pena?

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Comprinhas... ou algo do tipo

Eu gravei isso na segunda-feira. É nítido no meu rosto o quanto eu engordei. Só comparar  o formato da minha cara em Sobre ETs e neste. PQP!
O vídeo sobre Raiva não sei se vou editar. Ô assunto chato e pesado.




Não é sobre maquiagem, mas com este look divino bem que poderia ser, ok? Hahaha! Estava usando base TimeWise da Mary Kay (Ivory 5), o corretivo era uma mistura de um liquido da Koloss (quem?) e um em bastão bem claro da Verídica It (mas, queeem?), são duas marcas muuuuito baratas que eu comprei para usar sem dó nem piedade no dia a dia e até que disfarça marromeno minhas olheiras. O delineador também é de uma marca baratinha, Fábrica de Cor, vem um monte e dura que é uma beleza... Só que eu uso ele pra economizar meus delineadores mais caros e percebi que eles tão secando já (gênia). O pó também é super  em conta, praticamente um achado, é da Vult... e vou te falar, eu tenho pó da Shiseido e Kryolan,  e esse da Vult não é tão ruim assim, não. Segura por umas horas a oleosidade tranquilo! E custa menos de 10 reais!!! Bom, agora já muda um pouco... o blush é da MAC (Pink Swoon) e o batom é da Shiseido Smoothing Lip Pencil (RS 303). A máscara é Volum Express, da Maybilline.