domingo, 22 de julho de 2012

Space zombies?

Fiz este vídeo faz pouco tempo e tudo de uma vez, porque me conheço e sei que se deixasse algo para depois, nunca ia terminar. 

Faço Produção Audiovisual, um daqueles cursos que pobre infeliz sem grana para fazer Cinema acaba fazendo  (outras opções comuns são Publicidade, Radio e TV e etc...). Mas não aprendi quase nada, para ser honesta. Acho que crianças de 12 anos, que criam tutoriais de dois minutos no youtube, ensinam mais e melhor do que certos professores em quatro horas de aula. 

Não ter bons equipamentos, como uma Cannon e um MAC, também não ajuda muito. Mas foda-se. O lance é pegar a bosta, pintar de dourado e dizer que é ouro. 

Bom, aqui minha obra...
Fiquei feliz porque postei no facebook, achei que ninguém ia dar a minima, mas meus miguxos fãs de TWD, Adalba e Stefanie, gostaram muito.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Como eu me maquio

Não é tutorial! Só  um vídeo boring mostrando como normalmente eu passo maquiagem. Se bem que nunca sigo a mesma ordem ou forma de aplicação (as vezes é pincél, outras dedos, outras esponja).

Eu gravei logo depois de acordar e narrei pouco antes de ir dormir, então tô com cara inchada e de pijama no vídeo e voz de morto-vivo, desanimo, me-tira-daqui, no áudio.

Bom, a maquiagem que eu fiz, foi marromeno inspirada nessa aqui.   

video





quarta-feira, 11 de julho de 2012

terça-feira, 10 de julho de 2012

Por aí, pelos livros

Esta garota colocou aplique no cabelo, unha de atriz pornô, óculos cafona e entrou no metrô com seu copo de café, sentou no preferencial e acreditou que era a Beyoncé. Mas te digo, estilo é algo difícil de ter! Para ter estilo precisa de muito mais... 


... Precisa de fuckin' mullets em pleno 2012!!! Isso é estilo.


Oncinha: forever in our hearts


Falar que brasileiro não gosta de ler, é mentira. No metrô as pessoas vão esmagadas, em pé, com o cotovelo apoiado no cu do passageiro ao lado, mas vão lendo. Agora, se o que elas lêem é bom, isso é outra questão.


Para Sempre conta a história do casal desde seu inusitado encontro até quando, ao fazer uma pequena viajem, sofrerem um acidente que faz com que Krickitt perca a memória. Sabendo da noticia, seu marido faz de tudo para reconquistar a mulher que ama, mesmo sabendo que a Krickitt com quem se casara havia morrido no acidente, dando espaço á uma nova personalidade. 

Tá aí um livro que eu não tenho estomago de ler. Ia me dar caganeira, na certa.


Xangô de Baker Street: Sherlock Holmes vem ao Império do Brasil investigar um crime. E, mesmo tendo vindo a negócios, também passeia no país dos papagaios, num Carnaval.

Três letras (em caps lock): AFF
Se essas três não forem suficientes, mais duas para expressar meu desinteresse no livro: JÔ


A Maldição do Titã: Nesse terceiro livro da série, um chamado do amigo Grover deixa Percy a postos para mais uma missão: dois novos meios-sangues foram encontrados, e sua ascendência ainda é desconhecida. Como sempre, Percy sabe que precisará contar com o poder de seus aliados heróis, com sua leal espada Contracorrente... e com uma caroninha da mãe. 

Mais três letras aqui, só que agora são: WTF
E você aí, achando que engravatados lêem sobre econômia. 


 Maya: Frank é um paleontólogo que faz pesquisas no arquipélago de Fiji, na Oceania. Pouco a pouco, estranhas criaturas começam a perturbar seus estudos. Por exemplo: Ana, a linda dançarina de flamenco que parece ser capaz de ler pensamentos e cartas de baralho, de enxergar o passado e o futuro. 

Olha, só de ler esse trecho da descrição eu achei que ia pegar no sozzZZZZZZZZzzzzz


O Ladrão de Raios:  O autor conjuga lendas da mitologia grega com aventuras no século XXI. Nelas, os deuses do Olimpo continuam vivos, ainda se apaixonam por mortais e geram filhos metade deuses, metade humanos, como os heróis da Grécia antiga. Marcados pelo destino, eles dificilmente passam da adolescência. Poucos conseguem descobrir sua identidade.

Até agora, é o que eu achei menos mal. Só não digo que leria, porque eu não gosto de 'fantasia' (Harry Potter, Senhor dos Anéis, não li/assisti nenhum).


Tudo Tem Seu Preço: Romance Mediúnico ditado por Lucius. O caminho da verdadeira vitória é sempre árduo e cheio de surpresas desafiadoras que determinarão o desenvolvimento de nossos potenciais inatos, garantindo a evolução do nosso espírito eterno. A cada novo minuto você tem a liberdade e a responsabilidade de escolher para onde quer seguir, mas é bom lembrar que tudo na vida tem seu preço. 

Eu ia falar mal (pra variar), mas em respeito às minhas miguxas que gostam da autora, ficarei quieta.


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Mas enfim, quem sou eu para criticar qualquer merda?
Eu passei os últimos anos lendo uma caralhada (sempre elegante) de livros sobre serial killers. Biografias, relatos de ex-FBI's e etc (comprados no Amazon, por 1 cent, inclusive).

 Não é como se eu fosse culta para desdenhar  da leitura dos outros. Mas sou cretina o bastante pra fazer isso, então, whatever. Fica entre nós, aqui, nesse mundo privado da internet.

Bom, hoje em dia mudei um pouco, tô lendo um biografia de um cara que acho foda, mas que não assassinou ninguém (pelo menos não até onde li)


segunda-feira, 9 de julho de 2012

Insidious

Eu assisti este filme tem uns dias, mas esqueci de comentar. Não sabia nada sobre ele, apenas que tinha o Patrick Wilson, um cara que consegue ser sexy até fazendo papel de pedófilo sem as bolas. Bom, eu me arrependi de ter assistido e não recomendaria que ninguém com paralisia do sono, como eu, assista. O filme fala sobre esse lance da alma sair do corpo enquanto você dorme, claaaaaaaaaaaaaaaaro, que não de um ponto de vista Dr House, explicando sobre o 'sono REM',  e sim, da forma sobrenatural do bagulho.

Eu passei as três noites seguintes com medo de dormir. 


Perfume de Nazuza

Este vídeo, é de junho do ano passado. Ou julho, não lembro. Estava nas férias do meio do ano e fui com a Amanda Jobs no Anima Mundi, para conseguir umas horas de atividade complementar. Aliás, acho que faltam cerca de 200 horas para eu completar e só tenho mais um semestre de aula. Creio que esteja fuckdida.

Oh well...


Para quem não sabe, eu conheci a Amanda na ETEC. Estudei ''Eventos'' lá. É. Resolvi sair do curso depois de chegar a conclusão que era muito mais inteligente do que quatro, de cinco professores. E não se trata de arrogância. Era real. Desculpa se eu não aceito ser "ensinada" por pessoas que emitem o seguinte som: "eu vou estar recolhendo os trabalho para mim dar nota, quando subir lá em cima, na sala dos professores".

ADEUS

ED KEMPER – ANÁLISE PSICOLÓGICA

Encontrei um texto que achei interessante, sobre um tiozinho bem alto, que já mencionei  algumas vezes aqui no blog. Vou compartilhar com vocês, mesmo sabendo que assassinos não é um dos temas preferidos de quem costuma entrar aqui.


 Leia antes a história de Ed Kemper, caso não a conheça.
 
Estranhamente, Ed Kemper não é um serial killer muito “badalado”, muito conhecido. Isto é incompreensível, por uma série de motivos: é americano, matou a mãe, talvez praticou canibalismo, está vivo e consegue falar de uma forma muito bem articulada. Talvez não seja tão famoso porque não tenha a arrogância desafiadora de um Ted Bundy ou um Charles Manson? Ou porque não foi ainda matéria de um bom filme?!

Ed Kemper parece um caso típico de transtorno de personalidade anti-social. O diagnóstico recebido na adolescência, de psicótico, parece exagerado, não fundamentado. Um anti-social “como os de livro”. Os sintomas surgem claramente antes dos 18 anos – não há indício maior que o assassinato dos avós.
A história que Ed Kemper conta, de desprezo por parte da mãe, como gênese da coisa toda, tem uma grande penetrabilidade em nossas mentes, facilmente nos deixamos levar por ela, possivelmente porque lembra-nos imediatamente tudo o que já ouvimos falar sobre as relações literalmente “umbilicais” entre mãe e filho, complexo de Édipo etc.

Esta história nos seduz por sua obviedade, e é também esta obviedade que quase não nos deixa enxergar como esta explicação é tão fraca. Nossa cabeça funciona em busca de motivos psicológicos, e a história de problemas com a mãe como gênese de problemas já está tão fundamentada em nosso (sub/in)consciente, que talvez mesmo se ele tivesse dito que a mãe sempre lhe tratava bem, mas um dia ela lhe deu um tapa sem motivo, talvez ainda assim acharíamos a explicação plausível.

Mas é justamente frente a estas obviedades psicológicas que devemos tentar manter a lucidez. A pergunta sempre deve ser feita: quantas mães não rejeitam seus filhos? E qual a mínima porcentagem destes chega ao ponto de, por causa disto, virar um serial killer?

Acordemos para os fatos. A mãe de Kemper o trancava no porão. A separação dos pais o privou de seu pai. Sim, tudo isto, mas: e daí?! Onde estão os exageros da história? Kemper foi violentado quando criança? Não! A mãe o espancava? Não, nada disso é relatado!

E mais: se a mãe o trancava no porão, e ele ficou doente depois disso, temos que fazer outra pergunta – por que ela o trancava lá?! Porque tinha medo de que aquela estranha criança pudesse fazer algo com suas irmãs. Aquela criança que cortava a cabeça das bonecas.

A mãe de Kemper não tem culpa quase nenhuma nesta história. A avó paterna também não. O avô materno também não.

Infelizmente, toda uma série de teorias é construída em casos assim. Inclusive pelo próprio criminoso. E quase todo mundo parece crer nelas sem questionar seus fundamentos. Mas, simplesmente, não tem muita lógica a ligação entre seu “sofrimento” na infância e o ponto aonde chegou – matar os avós, matar várias garotas e, por fim, a mãe. Teorias dizem que, matando as garotas, simbolicamente matava a mãe. E que, quando matou a mãe, Ed Kemper deixou de simbolizar, não precisava mais matar ninguém, e por isso se entregou. É uma bela história. E, realmente, faz sentido!

O que não faz é a história da causa do transtorno. Mas esta outra, das conseqüências, até que faz. O que não faz sentido é o ódio mortal que sentia da mãe, antes dos crimes. Este ódio não foi causado pelas atitudes dela. Simplesmente nasceu nele, porque ele praticamente nasceu com um problema, com uma doença. As razões para isto, as justificativas para o ódio, sua mente teve que construir. Teve que reforçar os motivos visíveis, reais.

Poderia ter reforçado de outra maneira, em cima do pai. E ter saído matando e violentando homens. Se o pai tivesse tratado-o tão mal, quando criança. Mas foi a mãe, que não tinha como perceber as conseqüências de seus atos sobre uma criança que já era doente.

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Boom, badoom, boom, boom, badoom, boom, bass

Já postei essa menina aqui, com uma versão linda de Hold It Against Me.
Agora, o que eu gosto na voz e no jeito dela cantar, não curto na pessoa. Acho ela chatinha, feinha e com um mau gosto absurdo. No outro vídeo ela usava uma pulseira de vó-perua, neste, bom... nem sei como descrever essa roupa medonha. Mas o cover é bonito, rs...



Já este abaixo é meu preferido. Acho que essa menina é famosa em algum país, sei lá. A voz dela é linda e achei a versão melhor que a original. Exceto pelo fato de tirar os palavrões. Acho isso sempre um cu!