quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Cow and Chicken

We had a real disturbing childhood. Lots of bad shit happened, there’s no doubt about that. Maybe yours was worse or maybe mine was. That’s not really the point. All I know is that it affect us in ways our parents will never know. Nor did our psychologists back then. You seem to have an anger management problem and for what I’ve been told, so do I. See... I’ve even been told I act like you sometimes and that’s not something I didn’t knew. I used to think of you as a "more out of control version of me”, so whenever I used to snap I  would think “shit, I’m being just like him”. But now I see… That part of our personality is in our genes. We don’t really choose to be like this, we were born this freaking way and our earliest experiences didn’t quite help to make it a any better. Not one bit. It’s been years since we don’t talk and I don’t think we ever will. But just for you to know, I wish you'll get better. I wish something or someone can fix you. Because my brother, as each day go by I see… I’m a fucking hopeless case.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Mube - Steven Klein

E a arte paralela da Nazuza e Lulux

http://www.flickr.com//photos/mubestevenklein/show/

Eh...

Nessa apresentação, rolou uma tensão (percebam que eu tinha dois seguranças atrás de mim... brinks). Eu editei/cortei o vídeo que mostra a gente, porque ficou meio sem sentido, já que só comentava ou lia o que passava no telão ou ficava em silêncio enquanto passavam as imagens ilustrativas.

Uma hora, o slide mudou e eu não tinha terminado de ler... hehe

Coloquei os dois abaixo. O trabalho que passava no telão e nozes.

P.S. Não sei porque a imagem ficou torta aqui na internet. O original não é assim. 


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Trabalho que fiz...

O professor virou e disse, quero um trabalho em cima do que foi dito na última aula. Ele havia falado de um monte de coisas, mas eu só tinha prestado atenção em uma... que é no que se resume o vídeo abaixo.

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O profe amou. Palavras dele.

Enquanto isso.... às 22h40, na av. Paulista

Eu: Oi, posso só mencionar uma coisa? Tem um tiozinho que há meses passa por aqui, neste mesmo horário dando golpe nas pessoas. Eu não cheguei a cair, porque me avisaram antes, mas ele tá logo ali ó...

Policial feminina: Hmm... Sei, mas é... hmmm...você concorda que da o dinheiro quem quer?

Eu *cara de cu mode on*: Você tá me pedindo pra concordar que tipo "cai no golpe quem é trouxa"?

Policial masculino *se doendo pela parceira*: Não, mas ele não chega a usar arma, não força ninguém, não chega a ser golpe...

Eu: Mentir pra conseguir dinheiro na minha interpretação é golpe. Mas tudo bem, vocês ficam aqui vagando, tô só dando um alerta pra vocês, caso algum dia, sei lá, queiram fazer algo de b...

Policial masculino *puto*: Nós não ficamos vagando! Fazemos patrulha.

Eu *cara de blasé*: Não sei o termo técnico que vocês usam para vagando.

Policial masculino *mega puto*: Estamos aqui para garantir a segurança da população....

Eu *já indo embora*: Acabei de te falar que tem um cara abordando as pessoas na sacanagem e vocês disseram que não podem fazer nada...

*Momento concordar em discordar, cada um segue para seu lado*

Nisso, me encontrei com a Lucila, que estava parada me esperando, assistindo tudo com cara de "você vai ser presa por desacato" misturada com cara de "te avisei que eles não iriam fazer nada!".

Então chega o Ícaro: O que você tava falando com os policiais?
Eu: Daquele tio safado...
Ícaro: Eles ficaram bravos! A mulher virou os olhos e falou "olha o que a gente tem que aguentar" e o policial tava com uma expressão de quem tava bem nervoso!

Confesso que senti uma satisfação em irritar uns "cabo Fábio" da vida.

Eu não queria mandato de prisão, mas desculpa, eu já quis ir pra APMBB, sabe? Se eu sou polícial e sei que tem um velho safado contanto história toda noite e abusando do que sobra de boa vontade do povo, atrás de dinheiro, no mínimo uma abordagem, "tacar um medo" nele, eu vou.

Mas, hey, é Brasil.
A gente tem a desculpa de políticos absurdamente corruptos para minimizar qualquer atitude desonesta por aí.

Mas se as opções são "se corrompe, se omite ou vai pra guerra", eu vou sempre ir pra guerra, parceiro. UAHAUHAUA.

Me aguardem.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Só os loucos sabem...

Algo inédito aconteceu: eu não terminei o último livro de serial killers que comprei. Aquele das entrevistas do Ted Bundy. Primeiro, que o Ted mente o tempo todo, ele pode ser inteligente e articulado e eu provavelmente teria acreditado nele na época, mas hoje, sabendo que aquilo tudo era blábláblá de um psicopata, é até meio entediante de ler. Ao final ele começa a ser mais aberto e o livro fica mais pesado, mas eu simplesmente não tô conseguindo ler. Ainda que tenho uma lista de outros livros para atividade complementar que vão acabar com meu problema de insônia a frente.
Massss... ontem chegou outro livro que comprei e esse sim, em poucas horas já lia boa parte. Girl, Interruped!
Já vi o filme várias vezes, mas me interessei pelo material real, o que a própria Susanna escreveu. É bem diferente do filme pra falar a verdade. Tô gostando muito, em 3 dias acabo ele e parto para  as chatices de Audiovisual.
Chatice, porque eu sou do tipo que acha que nasceu sabendo.
E nasci.
Meu nome do meio é Sou.
E o último é Foda.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Art Pop Erótica Rococó e Leitura de Narrativa (mais ) Polêmica (que mamilos).

Só na putaria.
Fiquei sabendo que sou conhecida como a garota que desenha pintos, tipo o gorducho do Superbad. Só seria melhor se fosse conhecida como Nathalia McLovin.
Enfim, eu realmente cultivo este hábito há anos, nos cadernos de amigos, nos vidros embaçados de chuva no ônibus, nas mesas da sala de aula, na lousa, na mão de quem estiver destraído. Em mim não.
E só desenho pinto, porque desenhar xoxóta é mais detalhado. Tem lábios, canal, e claro, o clitóris. Não dá pra rabiscar isso no caderno da pessoa ao lado sem que ela perceba.

Mas a arte abaixo foi feita pelo Analba, digo, Adalba... fuckin' BRILHANTE:





Agora...
Este texto foi escrito originalmente por mim, minha irmã e meu sobrinho em 1999. O professor que havia pedido a redação na época, se negou a avaliar depois de terlido seu conteúdo.

Em 2003 eu trouxe o texto de volta a vida. O resultado foi que minha professora quis chamar meus pais pra conversar.

Finalmente, em 2011, mais próximos da era de aquarius, o texto foi reescrito e adaptado por mim, Lucila e Bianca e lido com muito orgulho em uma aula sobre narrativa.

Meu nome é Prima Itt





E se você em algum momento pensou "nossa, ela fez a apresentação mascando chiclete", bem, primeiro que os Beastie Boys (principalmente o MCA) se apresentam assim e ficam muito cool. Segundo, que foi um lance espontâneo, o professor chamou pra ler e a gente levantou a mão, não teve preparação.
E terceiro, o chiclete nem era meu, o Icaro estava mastigando e me desafiaram a pegar e eu peguei (aids), misturei com o meu chiclete, um halls de cereja e coca. That's how I roll, niggas.

P.S.: ÓÓÓÓÓÓPTA.

sábado, 20 de agosto de 2011

33 horas até agora

Eu tenho uma resistência muito grande pra tudo que é obrigatório. Se ir ao cinema de repente se tornasse uma obrigação, eu iria lamentar casa sessão de filme do Jim Carrey. Não sei o que há de errado comigo, mas sou assim.

"Não se come isso este horário"
"Não se usa este tipo de perfume nesta época do ano"
"Não se usa relógio no pulso direito"

Ah, é? Me prende então. Chama a polícia, que tô fora da lei.

Ah essa vontade dentro de mim de mostrar meu desprezinho à sociedade com pequenas coisas. É um desejo mais forte que eu.
Enfim...

Vamos ao motivo deste post: atividades complementares (também conhecida  como "pena de trabalho comunitário").

De repente é "obrigatório" assistir certos filmes, ler certos livros, ir a certas exposições e festivais.
A maioria, são do meu interesse, total. Mas não é livre arbitrio, né?
É matéria pra faculdade.

Bom, ontem, depois de muito enrolar, fui ao FILE.
Eu sabia que ia gostar, mas tava indo por nota, não pra mim. Então, fui com cara de cu. Saí mais cedo do trabalho e passei um tempo lá.

Velho, muito legal! Gostei mesmo...

Minha resenha critica deveria ser sobre a instalação que achei mais interessante e vou dizer qual foi: havia uma sala, com um telão e antes dele um teclado onde você pode digitar uma palavra (em inglês) e então, cenas e mais cenas de filmes onde tal palavra foi dita são exibidas na tela.

Lá fui eu:

- fuck
- sex
- motherfucker
- pussy
- cunt
- penis
- masturbation
- shit
- college (pra ver se aparecia alguém fazendo atividade complementar)

Meu, o que veio de trecho de filmes do Tarantino, hahaha, foi a prova de que minha mente e a dele tem algum grau de semelhança. UHAUAHAUAHAUA

A princípio, estava só eu e a Juanita (que conheci lá, na mesma situação que a minha: indo antes da aula pra porra de atividade complementar), mas quando terminei minha seleção de cenas elegantes, viro pra trás e tinham mais uns carinhas rachando o bico.

É, será que se eu fizer minha resenha crítica falando sobre isso, minha professora também vai ver graça?